Hoje os mortos surgirão do nada,
Para aterrorizar as pobres gentes
E, na minha tumba, um sacada,
Será a porta aberta dos ausentes.
Surgirei do chão, reclamando
Do sangue virgem aqui derramado
E meu ser desmembrado e ufano,
Ficará gravado neste dito feriado.
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