quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Sofrimento…

Que posso eu fazer mulher,
se fazer não posso… querendo.
No destino que se fizer,
será nele que vou vivendo…

Querendo te dar minha vida,
que se escoa, sem eu querer…
Não te quero por mim sofrida
e nesse tão triste viver.

No castelo do teu ciúme,
tu destróis dele as ameias,
para que o meu destino arrume…

Acredita… é bom que creias;
Meu coração arde em lume
e és tu… quem o incendeias.

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