Indefinido aos olhos do mundo.
Verdade que pulsa, oculta no peito,
e tem o o poder de arrancar, do corpo,
risos, e gotas
com o sabor doce, ou amargo,
que ninguém poderá provar
antes de julgar, ou depois de condenar.
Ele é real, infalivel,
não mente, mas, esconde-se,
protegido pelas sensações
cobertas de prazer, ou vergonha;
hábil, sente, ouve, e grita, mudo,
a dor das emoções, que só ele vê brotar, acreditando que tem o direito
de se iludir, ao imaginar e sonhar
que, nas trocas, descobrirá o milagre
do dividir, somar e multiplicar
a razão de seu existir presente.
Ainda que amordaçado e alheio
ao tempo incerto,
ao som de pensamentos
que nos permitem viver,
fantasia a magia divina
do Todo Poderoso,
que nos fez imperfeitos
para melhor compreender, e perdoar
as falhas humanas!
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