domingo, 9 de setembro de 2007

SAUDADES DE TI

Hoje, acordei, com saudades de ti…
Abri a janela, para assim o sol entrar…
E eu que já penso tão pouco em mim,
Voltei meu rosto, para te namorar.

Desenhei tua tez num céu adjacente…
Tuas mãos acariciei com as minhas…
E no fulgor das mãos desta gente,
Foi que senti as tuas tão fraquinhas.

Ah!, minha adorada musa, querer
De meus encantos, como dizer-te,
O que no futuro… terá prevalecer?

Resta em mim todo este amor…
Que é mais que presente… a saber-te
Meu pendão e da voz o meu clamor.

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