terça-feira, 4 de setembro de 2007

É PRECISO A PAZ AQUI

Acabe-se com a metralha avassaladora,
Ceifando vidas inteiras, sem olhar a meios
Para alcançar seus fins, nesta invasora
Guerra incólume, sem leis nem esteios.

Que todos os obuses sejam destruídos,
E que todas as fisgas precisas pereçam,
Ao grito, basta! Temos de estar imiscuídos
Nesta luta derradeira, antes que feneçam

Todos os homens, pela sua ignorância.
Acabem-se os meninos e meninas suicidas,
Filhos proscritos da ditosa intolerância.

É preciso a paz aqui, agora, sem demora,
E das gentes, mormente convencidas,
Do seu desígnio, que não haja mais mora.

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