Vestido o rosto! Verdade camuflada.
Papel-machê encobre o quê de trás.
Sorriso vermelho esconde os esgares
da pálida monocórdia do reto cotidiano.
Penachos varrem escondidos enfastios.
Dos olhos, a apatia, nos rotos limites de
cortes obliquos, guardam gotas salgadas.
Os desenhos do cenho, na mentira dos
muitos riscos, em cálculos simétricos.
Na alegria da coreografia, o disfarse rui
e se derrete com os pingos que caem...
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