Chora na tristeza que machuca
do ferrete que marcou o desamor
renegando a essência que amputa
a maldade transitória dessa dor
Do pecado resta a culpa venial
combalida numa força deiscente
do legado de um amor atemporal
escorando na verdade reticente
E aguarda a ferida o cerzimento
degelando essa dor ainda em chama
rescaldado amor nesse refreamento
que a alma chora e então reclama!
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