Que nunca nos abandone a criança que fomos um dia, e que jamais ela envelheça para não levarmos na face o ar da tristeza e de uma desvelada amargura...
Sem essa criança fenecem as nossas alegrias,
A felicidade completa não teremos jamais,
Extinguem-se os nossos sonho,
Vão-se até os nossos ideais...
Essa criança imaginária do nosso interior,
Permanece em nós enquanto o ambiente
Que a acolhe for de pureza e de amor...
É como as flores que, para se manterem viçosas,
Carecem do beijo das borboletas,
Do carinho dos colibris e até dos espinhos
Para protegerem as rosas...
Procuremos nos manter na alegria,
Assim o nosso coração sente amor
E, ao invés de triste e sem cor, a vida será uma doce poesia.
As pessoas que não sabem se alegrar,
Vivem monótonas, num mundo de consternação
Porque não têm mais aquela criança
Que um dia alimentou de alegria o seu coração...
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