Neste pranto,
adentrando pelo silêncio,
entrego-me de corpo e alma,
grafando meus sentimentos,
por este baluarte, que vem
das índias, trazendo
em suas cores,
tu, brotando
em sensibilidade,
tu, revelando-se
em céu de brigadeiro!
No sorriso,
maquiando tua face,
seduzo-me de corpo e alma,
embarcando na nau,
mapeando desejos,
poetisando em teu peito
fragmentos de um poema
nascido no momento
em que vi teu brilho tentador!
No olhar,
cantando pelo teu coração,
lançam-me de corpo e alma,
soltando as amarras,
cobrindo-te em óculos,
num suave flutuar de luzes
ribaltando este cruzeiro
de paixão e amor!
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