domingo, 7 de outubro de 2007

Templo de Amor

Dentro de meu peito a fé se abriga,
pulsando a verdade do eterno amor,
que, no tempo, o eco ouve
correr em minhas veias,
tal qual um rio de esperanças,
incontidas nas gotas do prazer,
ou temperadas com o sabor do mar,
que jorram de minha sensibilidade.
Meu Senhor é a razão,
que ilumina meus passos
e não me permite correr riscos,
ou cair em tentação,
ignorando o perfume certo
da felicidade que recebo,
ao doar-me a ti, por amor.

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