quarta-feira, 22 de agosto de 2007

TUDO ME COMOVE

Tudo me comove, tudo me compromete…
Um riso de criança, uma brisa agradável…
Que eu trato como a uma flor, que promete
Ser o viço, de outras flores o infindável.

Um ancião, num banco de jardim, relembra
Os seus tempos áureos de juventude, e eu
Escuto com agrado, o beijo que ele lembra,
Quando do passado escutou o que foi tão seu.

Dos amigos fica-me a melhor recordação,
Suas palavras são lenitivo para mim,
Confortando-me o tristonho coração.

Sempre a pontos de uma crise de nervos,
Não me escuso a falar de um belo jardim,
Procurando as sortes nas folhas de um trevo.

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