Horas choradas no recanto magoado,
onde a vida esconde cada saudade...
caule gemido de mantira já cansado
palavras que respiram só maldade.
Sou aurora virgem, olhando o distante
no deambulante nascer da realidade
serei na vida o cansado caminhante
semeando searas, de Paz e Liberdade.
No meu peito, em grito de esperança
faço a luz no olhar de uma criança
sem que a voz do cansaço determine...
Como quem canta pão e primaveras
edificarei a vida despida de quimeras
libertarei o Sol que aqueça e elumine!.
Sem comentários:
Enviar um comentário