Outono de céu estonteante
Que provoca o ardor aos eternos amantes
Fecunda as estrelas, tal jóias brilhantes,
Povoando o imenso e inatingível horizonte.
Olhando este céu de pátina...
Vislumbro a beleza das cores
Parece pintura em tela abstrata,
Colorindo em volta, a lua prata.
Oh, natureza...Por tudo é beleza!
Dos ventos que fazem a brisa acarinhar
Das brumas suaves que atiçam o amar.
Com minha alegria admiro este céu
Que já transpassou a tristeza, meu véu,
Beijando meu rosto, um suave serenar.
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