quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Insano Espectro

Olhares...

cálices...

camisola de dormir

esvoaçando ao

vento lunar,

compondo à meia luz

tênues solos e

contra-compassos,

esplendores de uma

ribalta ao badalar

da emoção!



Lábios...

centelhas...

cortinas rompendo

o silêncio ao

canto da estrela,

consagrando ao prata azulado

tenros preceitos e

semi-raios lilases,

majestades de um

fervor pelas entranhas

da aliança!



Silhuetas...

tentáculos...

lençóis a iluminar a

fada em meu botequim,

re-alinhando cometas ao

chorar do segundo sol

gameta épico

de toda

mágica essência,

de todo

sabor em fantasia de um

insano espectro de paixão!

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