Olhares...
cálices...
camisola de dormir
esvoaçando ao
vento lunar,
compondo à meia luz
tênues solos e
contra-compassos,
esplendores de uma
ribalta ao badalar
da emoção!
Lábios...
centelhas...
cortinas rompendo
o silêncio ao
canto da estrela,
consagrando ao prata azulado
tenros preceitos e
semi-raios lilases,
majestades de um
fervor pelas entranhas
da aliança!
Silhuetas...
tentáculos...
lençóis a iluminar a
fada em meu botequim,
re-alinhando cometas ao
chorar do segundo sol
gameta épico
de toda
mágica essência,
de todo
sabor em fantasia de um
insano espectro de paixão!
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