Naveguei pelos mares
desertos,
As areias
incomodavam
meus olhos.
Segurei-me
na mão
da sereia
do mar.
Ela sorriu
com o coração
sua fala era um cicio
como o assobio
da brisa.
Um navio chegou
embarquei para o luar,
lá, não tinha estrelas,
nem mar...
Fiquei entre o céu
e o mar,
lá, não tinha sereia.
Desci no deserto,
entre o cascalho
e a areia
tinha uma sereia.
Caracas!
Voltei
para o meu interior,
senti calor,
não sei,
talvez da sereia.
Olhei para fora,
vi o sol nascer
está na hora,
vou embora
sem conhecer
o abissal.
Acordei,
o mundo tava parado,
lembrei da sereia...
fiquei assustado,
tive medo.
Sem comentários:
Enviar um comentário