Foi tanta espera, tanta expectativa...
Alimentando meu sonho sem fome.
Minha esperança, que nem lembro o nome,
Morreu de parto, no outono da vida!
Fiquei na linha do trem, estendida,
Apenas um ser, mero codinome...
Sem história a contar ou sobrenome,
Afago a cicatriz na alma puída...
Adianta chorar? Diga sim, que eu choro!
Mas implorar... (Por Deus!) Eu nunca imploro!
É preciso de um medo que não tenho...
Não importa saber para onde partir,
Desde que eu saiba que é hora de ir!
É tão óbvio! Nem é preciso empenho...
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