Nos muros grafites... nas línguas uma imensa falta de caridade.
No versejar uma carga enorme, não de falsidade,
mas um desejo de ser o que a muito, perdeu-se pelos becos das cidades.
Quando penso estar próximo ao amor
eis que ele se apresenta coberto de veleidades...
um conjunto inteiro de meia verdades,
que impõem-nos interrogações várias,
que não se fazem silenciosas, são dinâmicas, fazem alardes...
Quem supõe ter conhecido o amor,
que se aprofunde nos recônditos do próprio ego,
onde se encontram os alfarrábios, o que a poesia da vida deixou...
Sim, hoje sou assim um viajor,
que adejou, adejou,
e após chocar-se nos vários obstáculos,
decidiu-se por deixar,
que sem foguetórios e espetáculos,
o amor ecloda em mim...
como eclode o fim
das pérfidas interrogações...
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