Os rearranjos, são nada mais, retalhos...
um mesclar de alhos e bugalhos
para tentarem dar um percurso errado
ao destino das balas perdidas...
assim penso eu, esses pobres mortais,
raciocinam e projetam, o calar de inocentes vidas.
Ei! Quem é você poeta qualquer,
que desafia o que der e vier
ao lançar suas injúrias?
Apenas alguém, que não se atrapalha,
que ainda não virou palha,
e nem se concebe tão covarde
a ponto de manifestar o que lhe arde,
no que sobra dessa densa cizalha...
E assim caminham nossos instantes...
alguns inseridos em ideais,
outros perdidos no querer constante
de proteger sonhos materiais...
Desconhecem ter almas...
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