Chove chuva, lava esse corpo cansado,
molhado do suor, do trabalho árduo
construindo aos poucos o que possuo.
Lava essa terra já seca das angústias
passadas no clarão dos rostos pesados,
sem ter como alimentar seus filhos.
Lava a alma deste pobre coitado que,
olhando para o céu, já não sabe o que
pedir a Deus, só suplica por paz.
Lava meus pés, mas não tira a terra debaixo deles.
Não tira a pouca luz que trago no meu olhar
já tão perdido, nessa imensidão que chamamos de terra.
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domingo, 11 de abril de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
FAÇO ACONTECER.
Sou Poeta
Busco seus atrativos tão sonhados
viajando entre mente e coração e
assumindo minha alma com perfeição,
inédita e propícia.
Desbravo caminhos inexplicáveis
e encontro você calada, tímida
a me espreitar e a sonhar os meus sonhos,
quieta .
Minha timidez encontra a sua e nos calamos,
um sussurro brota de nossos lábios e nos amamos.
Não pergunto se deixa, faço acontecer e você me
acompanha, dando toques de ilusão aos meus
pensamentos alados, sem compromissos,
sem correntes a nos amarrar, só o amor a nos
amar.
Busco seus atrativos tão sonhados
viajando entre mente e coração e
assumindo minha alma com perfeição,
inédita e propícia.
Desbravo caminhos inexplicáveis
e encontro você calada, tímida
a me espreitar e a sonhar os meus sonhos,
quieta .
Minha timidez encontra a sua e nos calamos,
um sussurro brota de nossos lábios e nos amamos.
Não pergunto se deixa, faço acontecer e você me
acompanha, dando toques de ilusão aos meus
pensamentos alados, sem compromissos,
sem correntes a nos amarrar, só o amor a nos
amar.
Ao Meu Amor!!!!!!
Flutua seu corpo cintilante diante dos meus olhos
e vibra suas cores matizando meus pensamentos
para me levar em suas asas, ao meu amor.
e vibra suas cores matizando meus pensamentos
para me levar em suas asas, ao meu amor.
quarta-feira, 10 de março de 2010
A Luz de seus olhos.
A solidão tomou conta do meu canto,
sinto o fogo subindo feito labaredas,
a me queimar o peito, sem desejos,
sem magia ou encantamentos.
A solidão tomou conta do meu caminho,
caminhando ao meu lado, olhando nos
meus olhos congelados pelo tempo,
sem minha permissão, me tomou.
A solidão tomou conta da minha vida,
arrancando suspiros de esperança e
sem esperança espero solitário, num
canto qualquer, solitário.
A solidão tomou conta da minha cabeça,
pensando pensamentos loucos e vazios,
ouvindo sua voz as quatros cantos e
lentamente me deito neste cão de estrelas.
sinto o fogo subindo feito labaredas,
a me queimar o peito, sem desejos,
sem magia ou encantamentos.
A solidão tomou conta do meu caminho,
caminhando ao meu lado, olhando nos
meus olhos congelados pelo tempo,
sem minha permissão, me tomou.
A solidão tomou conta da minha vida,
arrancando suspiros de esperança e
sem esperança espero solitário, num
canto qualquer, solitário.
A solidão tomou conta da minha cabeça,
pensando pensamentos loucos e vazios,
ouvindo sua voz as quatros cantos e
lentamente me deito neste cão de estrelas.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
O Amargo da Língua.
Sei...
Ainda escorre em minha boca o
fel do seu sorriso seco e sem graça,
que por muito tempo guardei soterrado
nos porões dos meus sentimentos.
Ainda tateio no interior de meu corpo,
procurando seu corpo gelado e oculto
dos meus olhos azuis, feito contas de
um conto sem brilho e sem estrelas.
Ainda vejo o piscar de uma luz, apagada
pelo tempo, negando a mim mesmo, o
clarão de um lampejo distante e em mero
acaso me desnudo desse imenso lugar.
Fala, destila este veneno insano e sana
do seu âmago a amargura de uma dor
sucumbida, pelo tempo, pela dor e pelo
desprezo de seu próprio amor, sem amor.
Ainda escorre em minha boca o
fel do seu sorriso seco e sem graça,
que por muito tempo guardei soterrado
nos porões dos meus sentimentos.
Ainda tateio no interior de meu corpo,
procurando seu corpo gelado e oculto
dos meus olhos azuis, feito contas de
um conto sem brilho e sem estrelas.
Ainda vejo o piscar de uma luz, apagada
pelo tempo, negando a mim mesmo, o
clarão de um lampejo distante e em mero
acaso me desnudo desse imenso lugar.
Fala, destila este veneno insano e sana
do seu âmago a amargura de uma dor
sucumbida, pelo tempo, pela dor e pelo
desprezo de seu próprio amor, sem amor.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Em uma tarde...
Seus pés cruzou o meu caminho
e eu caminhei ao seu encontro,
em meio a desencontros te encontrei.
Corpo suado a transpirar, te
carreguei em meu colo e vi
o seu olhar, me mirando a meia luz.
Sua boca sedenta, já pedinte dos
meus beijos e afagos, por todo corpo,
por todos poros... me sentindo.
Assim, atingindo todos os desejos e
desejando todos os segredos me
despi de você, arfando ao amanhecer.
e eu caminhei ao seu encontro,
em meio a desencontros te encontrei.
Corpo suado a transpirar, te
carreguei em meu colo e vi
o seu olhar, me mirando a meia luz.
Sua boca sedenta, já pedinte dos
meus beijos e afagos, por todo corpo,
por todos poros... me sentindo.
Assim, atingindo todos os desejos e
desejando todos os segredos me
despi de você, arfando ao amanhecer.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Neste Natal
Neste Natal vai ser diferente.
Não quero roupas novas.
Não quero sapatos novos.
Peço, mais amor no coração.
Peço, mais união dos irmãos.
Peço, o carinho terno de um amigo.
Queria ver as flores nos campos
Perfumadas e de cores vivas
Matizando nosso olhar.
Neste Natal, quero ter a paz
No coração, para passar aos amigos
E receber de você um lindo bom dia!
Não quero roupas novas.
Não quero sapatos novos.
Peço, mais amor no coração.
Peço, mais união dos irmãos.
Peço, o carinho terno de um amigo.
Queria ver as flores nos campos
Perfumadas e de cores vivas
Matizando nosso olhar.
Neste Natal, quero ter a paz
No coração, para passar aos amigos
E receber de você um lindo bom dia!
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Neste Natal
Neste Natal vai ser diferente.
Não quero roupas novas.
Não quero sapatos novos.
Peço, mais amor no coração.
Peço, mais união dos irmãos.
Peço, o carinho terno de um amigo.
Queria ver as flores nos campos
Perfumadas e de cores vivas
Matizando nosso olhar.
Neste Natal, quero ter a paz
No coração, para passar aos amigos
E receber de você um lindo bom dia!
Não quero roupas novas.
Não quero sapatos novos.
Peço, mais amor no coração.
Peço, mais união dos irmãos.
Peço, o carinho terno de um amigo.
Queria ver as flores nos campos
Perfumadas e de cores vivas
Matizando nosso olhar.
Neste Natal, quero ter a paz
No coração, para passar aos amigos
E receber de você um lindo bom dia!
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Eu queria ser a areia.
Queria ser a areia que lambuza seu corpo ao deslizar
numa praia deserta e adentrar seu corpo moreno do sol.
Queria ser as estrelas que iluminam seus sonhos acordado
e te remete ao horizonte perdido em pensamentos.
Queria ser a lua que banha sua face e reluz a plenitude
de tua alma, encantando os corações apaixonados.
Queria ser somente eu e você a transformar o mundo
na serenidade de um canto de pássaro.
E assim encontrar minha alma gêmea, que a perdi
em algum lugar do passado.
numa praia deserta e adentrar seu corpo moreno do sol.
Queria ser as estrelas que iluminam seus sonhos acordado
e te remete ao horizonte perdido em pensamentos.
Queria ser a lua que banha sua face e reluz a plenitude
de tua alma, encantando os corações apaixonados.
Queria ser somente eu e você a transformar o mundo
na serenidade de um canto de pássaro.
E assim encontrar minha alma gêmea, que a perdi
em algum lugar do passado.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Prateada
Pinta, passa este pincel no meu corpo nu,
me faz sentir o frescor da cor do pecado
invadindo todo o meu ser, sendo real.
Alisa este corpo sereno e me deixe entrar
em erupção, pegando fogo aos poucos,
soltando labaredas pelos olhos.
Louco, grita meu nome, bem alto,
quero explodir em mil partes e reparte
esse sentimento de puro tesão.
Pinta, quero cintilar aos seus olhos
e me refletir na sua retina já ensandecida
de amor, ardor e de pura sedução.
me faz sentir o frescor da cor do pecado
invadindo todo o meu ser, sendo real.
Alisa este corpo sereno e me deixe entrar
em erupção, pegando fogo aos poucos,
soltando labaredas pelos olhos.
Louco, grita meu nome, bem alto,
quero explodir em mil partes e reparte
esse sentimento de puro tesão.
Pinta, quero cintilar aos seus olhos
e me refletir na sua retina já ensandecida
de amor, ardor e de pura sedução.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Tem um anjo na minha rua.
Acho que vi um anjo na minha rua, sereno a cantar.
Sua pele irradiava uma luz suave, e levemente fitei
seus olhos e sentindo alguma coisa me invadindo
sorri, meio opaco, meio bobo, mas... sorri.
Seus cabelos por lavar, mostrava o abandono de sua
família. Ele sorria e cantava, olhando a natureza de
mais um dia ensolarado, ensopando sua roupa de suor.
Suas mão de pedinte, pedia carinho, amor e esperava.
Esperava por uma palavra que não chegava, mas lutava
para que o pessoal o visse e lhe desse atenção.
Meus pés colaram no chão, meus olhos perplexos
não conseguiam se desviar, meus pensamentos
voavam a procura de uma resposta e não encontrava.
E em meio ao barulho do transito, ouvi sua voz a
me chamar, pego por um estalo, cheguei ao seu
lado e a única coisa que ele me disse devagar foi.
Sabia que você me reconheceria e te esperava.
Sua pele irradiava uma luz suave, e levemente fitei
seus olhos e sentindo alguma coisa me invadindo
sorri, meio opaco, meio bobo, mas... sorri.
Seus cabelos por lavar, mostrava o abandono de sua
família. Ele sorria e cantava, olhando a natureza de
mais um dia ensolarado, ensopando sua roupa de suor.
Suas mão de pedinte, pedia carinho, amor e esperava.
Esperava por uma palavra que não chegava, mas lutava
para que o pessoal o visse e lhe desse atenção.
Meus pés colaram no chão, meus olhos perplexos
não conseguiam se desviar, meus pensamentos
voavam a procura de uma resposta e não encontrava.
E em meio ao barulho do transito, ouvi sua voz a
me chamar, pego por um estalo, cheguei ao seu
lado e a única coisa que ele me disse devagar foi.
Sabia que você me reconheceria e te esperava.
domingo, 8 de novembro de 2009
Enigma.
Quem te escreve, sou eu, que pertenço as suas entranhas
e caminho na sua imaginação, em silêncio profundo, sem medo.
Eu que te pertenço , sem você saber e sei que me ignoras
no seu pensamento, querendo não me pertencer.
Sou a sombra tardia dos seus pensamentos mais remotos
e das suas agonias, mais profundas, onde me deleito a espreitar.
Minhas mãos segura seu coração latente e vibra a cada
emoção vivida, apertando-o serenamente, calmamente.
Me perco nos seus passos largos a caminho de uma esperança
e me refaço, rindo da lentidão da sua volta derrotada.
Me pego olhando seu rosto, ora sorrindo, ora séria e
sinto seu hálito invadir o meu, atordoada, perdida.
Não, não pense em me arrancar de dentro de você,
pois arrancarás sua alma e cairás, sem sentidos.
Assim, porém, me encontrarás e então verás que sou
você mesmo, um pequeno enigma dos seus sonhos.
e caminho na sua imaginação, em silêncio profundo, sem medo.
Eu que te pertenço , sem você saber e sei que me ignoras
no seu pensamento, querendo não me pertencer.
Sou a sombra tardia dos seus pensamentos mais remotos
e das suas agonias, mais profundas, onde me deleito a espreitar.
Minhas mãos segura seu coração latente e vibra a cada
emoção vivida, apertando-o serenamente, calmamente.
Me perco nos seus passos largos a caminho de uma esperança
e me refaço, rindo da lentidão da sua volta derrotada.
Me pego olhando seu rosto, ora sorrindo, ora séria e
sinto seu hálito invadir o meu, atordoada, perdida.
Não, não pense em me arrancar de dentro de você,
pois arrancarás sua alma e cairás, sem sentidos.
Assim, porém, me encontrarás e então verás que sou
você mesmo, um pequeno enigma dos seus sonhos.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
A Doce Música da Vida.
Ao som desta música vivo a me inspirar,
pássaros me visitam ao entardecer, numa
revoada, e me inspira cada vez mais.
Sinto meu corpo a flutuar, e me transporto
a lugares de infinita felicidade, sonhando
com os momentos que a vida nos deu.
Com meus pés alados, viajo entre bosques,
solitários e verdejantes, como uma cortina
a banhar meus olhos, com aromas silvestres.
E tudo que penso é em você, distante e calada,
como uma estrela a cintilar num céu, a me olhar.
E uma pequena lágrima, escorre em minha face.
pássaros me visitam ao entardecer, numa
revoada, e me inspira cada vez mais.
Sinto meu corpo a flutuar, e me transporto
a lugares de infinita felicidade, sonhando
com os momentos que a vida nos deu.
Com meus pés alados, viajo entre bosques,
solitários e verdejantes, como uma cortina
a banhar meus olhos, com aromas silvestres.
E tudo que penso é em você, distante e calada,
como uma estrela a cintilar num céu, a me olhar.
E uma pequena lágrima, escorre em minha face.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
A Bailarina do Fim da Rua.
Dança, mexe seu corpo entre o ocaso
veste de luz as estrelas no céu e encanta
esse canto da vida, tão expressivo e latente.
Dança, se lança por cima das árvores
frondosas e a passos largos pupila de
cores esse verde, tão lindo e suave.
Dança, ressurge entre os dois mundos e
reviva a canção da vida, encantando
com seus encantos os quatros cantos.
Dança e se deixe brilhar, como faíscas
ao vento desenhando traços ao léu, como
piruetas incontroláveis e maravilhosa.
veste de luz as estrelas no céu e encanta
esse canto da vida, tão expressivo e latente.
Dança, se lança por cima das árvores
frondosas e a passos largos pupila de
cores esse verde, tão lindo e suave.
Dança, ressurge entre os dois mundos e
reviva a canção da vida, encantando
com seus encantos os quatros cantos.
Dança e se deixe brilhar, como faíscas
ao vento desenhando traços ao léu, como
piruetas incontroláveis e maravilhosa.
domingo, 11 de outubro de 2009
Ingrato Coração
Bate, bate forte e sem medo, bombeando
esse líquido vermelho, rubro dos lábios
que eu perdi, no caminho da vida.
Bate, forte e sem dó, de machucar esse
peito já dolorido, pelos soluços de noites
inteiras, perdido em pensamentos.
Bate com coragem e pulsa minha cabeça
tonta e desmemoriada, das pancadas da
vida, amarga e sedenta por você.
Bate e me faz gritar aos quatros cantos,
seu nome bem alto, para todos ouvirem
e confirmarem minha derrota.
Bate e agoniza esse ser já cansado de
longas caminhadas, por trilhas em branco
sofrendo por perder os olhos seus.
esse líquido vermelho, rubro dos lábios
que eu perdi, no caminho da vida.
Bate, forte e sem dó, de machucar esse
peito já dolorido, pelos soluços de noites
inteiras, perdido em pensamentos.
Bate com coragem e pulsa minha cabeça
tonta e desmemoriada, das pancadas da
vida, amarga e sedenta por você.
Bate e me faz gritar aos quatros cantos,
seu nome bem alto, para todos ouvirem
e confirmarem minha derrota.
Bate e agoniza esse ser já cansado de
longas caminhadas, por trilhas em branco
sofrendo por perder os olhos seus.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Fantasmas de Uma Noite Fria
Olhos gelados me espreitam
e através de minha alma,
transpassa o silêncio.
Sinto o frio invadir meus sentimentos
e corro desesperado
a procura de seus braços.
Os olhos a lacrimejar,
nesta tempestade do vazio,
que se implantou no meu ser.
Sou presa fácil
e queres apoderar do meu corpo,
já cansado pelo tempo, sem fôlego.
Sou o reflexo dos meus pensamentos,
com medo de estar sozinho,
com medo da solidão.
e através de minha alma,
transpassa o silêncio.
Sinto o frio invadir meus sentimentos
e corro desesperado
a procura de seus braços.
Os olhos a lacrimejar,
nesta tempestade do vazio,
que se implantou no meu ser.
Sou presa fácil
e queres apoderar do meu corpo,
já cansado pelo tempo, sem fôlego.
Sou o reflexo dos meus pensamentos,
com medo de estar sozinho,
com medo da solidão.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Voo eterno.
Voo, um voo triste e silencioso,
onde minhas asas abertas contra
o vento ultrapassa a eternidade.
E rompe a barreira da luz iluminando
o seu destino, sonhando acordado
por um dia mais feliz e duradouro.
E quando a chegada do além mar
brotar em meus olhos, verei o seu
rosto refletido no oceano.
onde minhas asas abertas contra
o vento ultrapassa a eternidade.
E rompe a barreira da luz iluminando
o seu destino, sonhando acordado
por um dia mais feliz e duradouro.
E quando a chegada do além mar
brotar em meus olhos, verei o seu
rosto refletido no oceano.
terça-feira, 30 de junho de 2009
Fantasmas de Uma Noite Fria.
Olhos gelados me espreitam e através
de minha alma, transpassa o silêncio.
Sinto o frio invadir meus sentimentos e corro
desesperado a procura de seus braços.
Os olhos a lagrimejar, nesta tempestade
do vazio, que se implantou no meu ser.
Sou presa fácil e queres apoderar do meu
corpo, já cansado pelo tempo, sem fôlego.
Sou o reflexo dos meus pensamentos, com
medo de estar sozinho, com medo da solidão.
de minha alma, transpassa o silêncio.
Sinto o frio invadir meus sentimentos e corro
desesperado a procura de seus braços.
Os olhos a lagrimejar, nesta tempestade
do vazio, que se implantou no meu ser.
Sou presa fácil e queres apoderar do meu
corpo, já cansado pelo tempo, sem fôlego.
Sou o reflexo dos meus pensamentos, com
medo de estar sozinho, com medo da solidão.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Uma Rosa a Seus Pés.
Depositei uma rosa nos seus pés
E o encanto do seu canto, me olhou,
Assisti o seu sorriso carismático
Nos seus olhos de paixão e amor.
A seus pés meus lábios te tocou
E a rosa, tudo perfumou.
Meu coração se iluminou.
E o encanto do seu canto, me olhou,
Assisti o seu sorriso carismático
Nos seus olhos de paixão e amor.
A seus pés meus lábios te tocou
E a rosa, tudo perfumou.
Meu coração se iluminou.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Seus olhos na noite
No escuro da noite, vejo seus olhos brilharem,
Sua imagem surge do amanhã e me encanta,
Sorridente entre faíscas trêmulas de uma luz.
E eu acendendo as velas para descobrir o seu corpo.
Minhas mãos atravessa a escuridão
em focos relâmpagos, riscando fósforos
e iluminando seus pés, para ultrapassar
a penumbra, que de tão densa, te prende.
Avanças, avanço e nossos corpos se unem
num aglomerado de suor e paixão, onde o
sentimento invade e espalha em vários
sentidos, num pulsar de pura e moção e tesão.
Não quero te deixar, não quer me deixar.
Ficaremos entrelaçados, e sentindo a ebulição
em nossas veias, circulando em velocidade
oscilante, sufocando os suspiros do meu peito.
Sua imagem surge do amanhã e me encanta,
Sorridente entre faíscas trêmulas de uma luz.
E eu acendendo as velas para descobrir o seu corpo.
Minhas mãos atravessa a escuridão
em focos relâmpagos, riscando fósforos
e iluminando seus pés, para ultrapassar
a penumbra, que de tão densa, te prende.
Avanças, avanço e nossos corpos se unem
num aglomerado de suor e paixão, onde o
sentimento invade e espalha em vários
sentidos, num pulsar de pura e moção e tesão.
Não quero te deixar, não quer me deixar.
Ficaremos entrelaçados, e sentindo a ebulição
em nossas veias, circulando em velocidade
oscilante, sufocando os suspiros do meu peito.
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