Fugindo de mim mesma,
tento esquecer que preciso de mimos
e dengos.
Que como tantas e tantas mulheres, preciso
desse amor, desse carinho dessa cumplicidade.
Mas fujo, por saber , que não posso ainda
viver esse amor.
Talvez , quando estiver pronta novamente ,
seja tarde demais, não sei...
O vazio invade impiedosamente esse coração
Que insiste em mostrar-me a necessidade de ser
amada, poque ama e ama e se deixa levar.
Mas ainda não posso...
Ainda não
E assim sigo vivendo meus sonhos solitários.
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