O que nos separa
não é apenas a distância física.
Não, é muito mais,
são as convenções, as diferenças
não de aparências,
mas do conflito das realidades,
como o das idades...
És uma jóia proibida,
gostaria de te tocar,
ver o teu sorriso para mim,
mas, não é assim,
há aí o óbice da distância física...
Poderia até não dizer: EU TE AMO,
eu queria pelo menos te tocar,
seria uma forma de minha alma
te amar...
Mas, o que fazer?
Vou continuar a viver a sonhar...
Há outra forma de amar,
quando nos apegamos ao onirismo...
É nesse solitário sonhar,
que vou tentar te amar,
sei que será um amor unilateral,
mas me sentirei bem
e a ti não faz mal...
Penso, também, em mudar
a minha decisão,
Penso em falar para o meu coração,
Que perdi o direito de amar...
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