Metáforas desalinhadas
tomam conta do coração
invadem a alma da gente
corroendo a solidão.
Em desalinhos se perfilam
diante dos olhos sofridos
machucados pelos espinhos
que permeiam a vida.
Sentimentos enigmáticos
estrangulam o peito
rasgam a carne sofrida,deixa
o peito combalido,pela indiferença.
Decrifar..entender
os mistérios, os desatinos
as loucuras,a insensatez
até parece morbidez...
Sofre a alma silenciosa,
chora o pranto dos angustiados
investe contra os desvalidos
onde a sorte não é companheira.
Açoite dos tempos
standart em prumo
guerreiros lutam
contra o escárnio
contra a desigualde.
Tomba inerte o corpo
a alma volita
vai de encontro
à terras desconhecidas
sonhando com a liberdade
prometida...
Quiças será etendida?
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