sábado, 3 de maio de 2008

Quando eu parti

Como se fosse ave, voei
e me senti levar ou ser levada,
como se sonolenta,
não conseguisse despertar ...
Sensações e sentimentos
estavam dispersos, eu não os sentia
num espaço vazio,
apenas um vácuo no espaço
e eu ... subia !
Era um corpo sem corpo,
uma alma sem alma,
uma vida sem vida,
ironia ?
E há neste mundo
alguém com conhecimento profundo
que possa explicar ?
São tantas verdades, mentiras,
que já não sei das benditas
em qual acreditar ...
E como se nada esperasse,
voei como as aves,
não tinha penas, apenas
penas as deixara lá embaixo,
não tinha asas, não era pássaro
mas, voava ...

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