quarta-feira, 14 de maio de 2008

LADRÃO DE EMOÇÕES

Por toda vida sempre ousei dizer
Que paixão é vulcão em força incontida
Nao se avilta, não se menospreza e nem se pode deter
O que se fazer quando ela gera dor e provoca ferida?

Como pode o futuro devolver emoções
Restiuir os dias perdidos ao entardecer
Das nubladas noites em sofridas solidões
E as manhãs que morreram ao amanhecer?

Como devolver aquilo que nunca foi roubado?
Não foi ao acaso, nem houve um culpado
Apenas furtou do coração toda a fé possuída

Foi energia, foi magia, e foi até a propria vida!
Foi força vital enquanto existiu, mas acabou...
Foi divino e eterno...enquanto durou

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