Não saberia, pois que não posso
decifrar ou comparar este gosto
que tem o doce amor amante...
Seresteira boêmia, madrugada,
violão, bons amigos ou a solidão,
teclado e um bom vinho e a poeta
tenta expressar esse gosto
que queima... labareda adorável...
Não há melhor gosto que se saber
amada e tocada por mãos e lábios
apaixonados, talvez, isso possa
explicar sem definir gostos da vaga
sensação eufórica que me faz flutuar
nas noites enluaradas... brancas...
Ah! essa doce querência dos amantes,
deliciosos sabores indecifráveis que desligam
nossos sentidos e ficamos perdidos... de amor...
Bom demais é amar... não se achar...
Sem comentários:
Enviar um comentário