quinta-feira, 15 de maio de 2008

GOSTO QUE NÃO ESQUEÇO

Não saberia, pois que não posso

decifrar ou comparar este gosto

que tem o doce amor amante...

Seresteira boêmia, madrugada,

violão, bons amigos ou a solidão,

teclado e um bom vinho e a poeta

tenta expressar esse gosto

que queima... labareda adorável...

Não há melhor gosto que se saber

amada e tocada por mãos e lábios

apaixonados, talvez, isso possa

explicar sem definir gostos da vaga

sensação eufórica que me faz flutuar

nas noites enluaradas... brancas...

Ah! essa doce querência dos amantes,

deliciosos sabores indecifráveis que desligam

nossos sentidos e ficamos perdidos... de amor...

Bom demais é amar... não se achar...

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