quinta-feira, 8 de maio de 2008

Fuga à meia noite

Luzes escuras arrebatam a noite

E choram perdões impossíveis

Folhas levadas pelo vento

Caminham em direção ao nada



Encontro do desencontro

Lágrimas secas

Mágico é o teu aconchego

Paira sobre mim com sinergia



Sou de tudo, de todos!

Só não sou de ti

Fuga de um espaço infinito

Terra sem sentidos - inóspita



Caminho de outra noite

Histórias em segredos que agonizam

Cerceiam até mesmo meus pecados

Mas insinuo que terei outra noite



Levo marcas do teu desejo

E assim perpetuo minhas vontades

Dói... Mas te amo mesmo assim

Nada mais me interessa



Decolo e aterrisso em um mesmo tempo

Faço da minha viagem uma vida

Vida que leva... Vida que se faz morte

De um amor que todos os dias renasce



Um olhar que levarei por onde for

Um sorriso que esconde qualquer dor

Um abraço que gera calor

E no frio aquece o meu amor



Sinto não poder sorrir... Quero chorar

Sinto não poder ficar... Digo adeus

Senti a fala do amor...

É muito doce...



Deixe-me efervescer tua alma

Ser vital para você ...

E se amar é ter tudo,

Para mim, basta ter você.

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