sábado, 10 de maio de 2008

DESPERTA, Ó MUSA ADORMECIDA

Ó musa, que jazes adormecida
ao pé do lago dos teus sentimentos
Desperta! Dá-me de novo o alento,
da minha poesia, já tão esquecida.

Andam meus versos sem contentamento,
e a inspiração sem viço nem vida.
Desperta minha musa adormecida,
porquanto ainda é chegado o tempo.

Liberta os meus versos do cativeiro,
desfaz em brumas estes meus grilhões,
sopra as velas deste meu veleiro

Voe, a poesia, em mil direções,
não deixes o poeta seresteiro,
naufragar no mar das desilusões

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