No barco do destino
sigo a navegar,
singrando o mar sereno
ou encrespado pelo vento forte
que chega do norte.
Talvez possa um dia aportar
numa nuvem macia do céu,
nas rimas do verso encantado
que escrevo no papel.
Pode ser em algum sonho perdido
no meio do caminho...
Talvez, quem sabe?...
Possa encontrar
aquele amor esperado,
que com todo carinho
comigo siga a navegar,
até chegarmos ao horizonte,
morada do sol poente.
Entre devaneios e realidade,
meu barco segue a navegar,
buscando mar de calmarias,
escapando das tempestades
com um mínimo de avarias.
Em algum porto ha de chegar
e lá será meu lugar!
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