quarta-feira, 5 de março de 2008

LIBERTAÇÃO

Sente a brisa murmurante que te dá alento...

Escuta a voz das estrelas num cântico ameno...

Varre as mágoas .... espalha-as no vento

dissipando as névoas num verso sereno!



Se a mágoa te perseguir, deixa cair a agonia

numa lágrima silente... cintilação sublime

que irriga a solidão, florescendo a calmaria

no jardim extenuado que o verso redime.



Entorna pétalas dos teus poemas no teu ser...

Perfuma a alma de aromas puros... sorridentes...

Respira o segredo dos zéfiros no alvorecer...



E quando escutares a melodia que te rodeia,

entenderás a ternura de uma voz confidente...

Sentirás o esplendor da poesia que te clareia.

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