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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

LÁGRIMA REBELDE

E a lágrima teimou brotar do meu olhar...
Quisera eu que ela sempre se resguardasse
quando a tristeza me pediu para ficar!

Oh lágrima rebelde!...
Por que ousaste pela minha face rolar?!

Não sabes tu que deverias em teu refúgio ficar?
Não sabes tu da minha melancolia... da minha agonia?
Por que queres assim revelar o meu segredo?
Não mostres ao mundo minha fragilidade!
Não desvendes meu imenso e contido medo!

Oh lágrima rebelde!...

Se por acaso, por mim alguém passar...
e me perguntar por que estou a chorar...
eu direi que és somente uma lágrima de luar... que escorregou pela linha desatenta do infinito e em mim desejou vir morar!

quarta-feira, 5 de março de 2008

LIBERTAÇÃO

Sente a brisa murmurante que te dá alento...

Escuta a voz das estrelas num cântico ameno...

Varre as mágoas .... espalha-as no vento

dissipando as névoas num verso sereno!



Se a mágoa te perseguir, deixa cair a agonia

numa lágrima silente... cintilação sublime

que irriga a solidão, florescendo a calmaria

no jardim extenuado que o verso redime.



Entorna pétalas dos teus poemas no teu ser...

Perfuma a alma de aromas puros... sorridentes...

Respira o segredo dos zéfiros no alvorecer...



E quando escutares a melodia que te rodeia,

entenderás a ternura de uma voz confidente...

Sentirás o esplendor da poesia que te clareia.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

LIBERTA-TE!

Liberta o eco dos teus pensamentos...
solta-os ao vento nos corredores do firmamento...
eles se transformarão em estrelas luzentes...
e abrilhantarão teus sonhos escurecidos.

Depois...escuta o silêncio da tua melodia...
acordes afinados... puros da tua alma em flor
e sentirás as brisas perfumadas dos mistérios
entoarem os teus cânticos secretos de amor.

Contempla o céu com o teu meigo coração...
vislumbrarás arco-íris de sonhos renascidos,
e escutarás poesias trazidas pelo amado vento.

Talvez sejam poesias floridas de magia
daquela tua Estrela Sonhada que te chama!
Talvez ela te deseje declamar versos encantados
naquele Jardim da Lua enfeitado de fantasia
.

domingo, 20 de janeiro de 2008

MIRAGEM?...NÃO!

Floresço amorosamente no caminho
guiado pela luz que emana da tua alma...
Brisas de Sol movem meu olhar num carinho
resplandecente de alvorada que me acalma.

Há girassóis pelos campos do meu pensar,
que te seguem no turbilhão da saudade...
Suave suspiro do vento em teu murmurar,
música do coração devolvendo serenidade.

Não sou simplesmente uma miragem, amor...
estou gravada em tua essência perfumada,
sou a lágrima que cai no afago da tua dor.

Solta a voz dorida do teu pensamento,
deixa que ela se dissolva na paisagem...
Sente o esvoaçar do sonho em teu alento.

domingo, 6 de janeiro de 2008

SABES AMIGO...?

Sabes amigo? Hoje cantei aquela canção...

melodia que me afagou com os teus braços,

afago acolhedor oriundo da tua afeição

atenuando dor... trilhando os mesmos passos.



Sabes, amigo? Sinto o veludo das tuas mãos,

toques de vento afastando a àgua do meu olhar...

Sinto o teu sorriso adentrar no meu coração

desenhando oásis de ternura no meu pensar.



Acompanhas assim o meu caminhar solitário,

transpões o tempo... encurtas distâncias.

Ofereces-me estrelas e luares do teu relicário.



Rejubilo a tua presença, és uma doce alegria...

semblante de anjo regido por deidades.

Aconchego-te em mim cada segundo do dia.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

CLAUSTRO DA ALMA

Perdeu-se a luz do olhar... a janela
do sonho enclaustrou -se em neblinas...
Solidão encarcerada sem uma estrela
a fulgir neste claustro em ruínas.

Quedo-me na nostalgia do abandono...
Ouvem-se sonâncias perdidas no horizonte
que cingem a minh' alma neste outono
algemando os meus passos sem ponte.

Quisera resgatar oásis de primavera
que despontavam na janela do coração...
Absorver o aroma jovial da quimera.

Quisera agarrar as alas errantes do vento
Evadir -me das brumas desta prisão
E adejar até aos confins do pensamento

domingo, 16 de dezembro de 2007

SAUDADE INFINITA

Sei que existes...sempre te busquei...
neste infindo Universo de constantes esperas...
Mas ainda não te encontrei!
Sinto o tacto silente de tua luz doirada
que me aconchega e acaricia meu espírito.

Sentimentos deambulantes tocam nossas melodias...
estrelas errantes cantam nosso amor.
Sinfonias derramam nossas saudades em versos de Lua
declamados pelas vozes de nossas almas.

Falei ao vento de ti...e ele chorou...
Levou meus pensamentos por alamedas coloridas,
silenciosos trilhos floridos de lamentos secretos.

Os meus beijos flutuaram entre as múltiplas estrelas...
sonhos meus querendo tocar-te
murmúrios meus querendo enlaçar-se aos teus.
O arco-íris olhou...suspirou...sorriu...
inventou amorosas cores celestiais...
pintou nosso horizonte encantado de cetim.

Mas que saudade é esta que te procura
se eu ainda nem te vi?
Que mistério é este que não se desvenda?
Onde estás? Em que dimensão do Universo?

Eu sei que também andas em minha demanda...
Li aquele soneto que a Lua escreveu...
Tuas travessias em mundos desconhecidos,
tuas buscas errantes em tenebrosas noites...

Fala ao vento...às estrelas...à Lua...
quem sabe à pequena brisa que passa...
Talvez os astros te tragam até mim
em alguma nuvem doirada perfumada de jasmim.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

POESIA E TORMENTO

Como arrancar esta dolente emoção...

sentimento magoado, espezinhado de dor?

Como alinhar as veredas perdidas do coração,

labirintos infindos de amargura, sem amor?



Versos tristes brotam na poesia do tormento,

sonhos apodrecidos na penumbra do sentir...

Cinzas de mim tresmalhadas ao vento,

fragmentos de estrelas, num lento aluir.



As estrofes desencontram-se do sonho,

empalidecem pelo caminho, vazias...

Pedaços de alma no chão que não reponho.



Perderam-se os sorrisos lunares, magia

dócil das madrugadas sussurrantes...

A música cala-se, embriaga-se em agonia!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

MURMÚRIOS DE SILÊNCIO

Murmúrios de silêncio entoam no horizonte...
e eu flutuo em suas harmoniosas sinfonias,
embalada pelas brisas dos pensamentos.
Apago as paisagens das vãs utopias,
calo a voz das falsas ilusões...
e minha alma voa lúcida no tempo.

Ecos de mim desabam nas linhas do firmamento!
Deixo-me levar pela consciência que me fala,
encontro verdades camufladas...agora reveladas.
Afasto as sombras das quimeras que me perseguiam...
e recupero o oásis das minhas emoções perdidas,
reencontradas agora, na aurora do silêncio.

As minhas paisagens enfeitam-se de poesias,
escrevem sonetos floridos, perfumados de esperança...
versos de estrelas resplandecentes
que reacendem luares de sonhos esquecidos...
Devolvem-me a Primavera dos devaneios.

Murmúrios de silêncio...melodias secretas,
brisas azuis que acarinham e libertam a alma,
músicas de magia...cascatas de sonhos
escorrendo no infinito dos meus pensamentos

sábado, 1 de dezembro de 2007

SILÊNCIO

Talvez o horizonte ainda chore
estrelas de saudade
nestes dias e noites de silêncio
em que eu caminho solitária
por nuvens de incerteza e amargura.
Talvez no refúgio das estrelas,
nos jardins secretos da Lua
habitado por fadas azuis
de sonhos e quimeras,
eu ainda perceba a voz
de um anjo revelador
e entenda enfim a verdade
nas encruzilhadas
das tempestades.

Quisera eu afastar as rajadas
daqueles ventos exasperados!
Varrer do firmamento tantas mágoas
e pintá-lo com a ternura daquele arco-íris
de aguarelas celestiais
que eu perdi nas cordilheiras da ilusão.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

VEREDAS DE SILÊNCIO

Caminho nos socalcos do destino
e perscruto veredas de silêncio
nos tropeços das lembranças...
Pensamentos que se esvaem
nos ventos dilacerantes da Razão...

Desfolho pétalas de ausências
pedaços de sonhos sem fragrância
que se perderam na apatia
desta minha alma privada de mim...
Peregrina de dor...num jardim sem nome...
alma errante... sem fim.

Naufrago a esperança do meu sonhar
e perco-me no oceano da solidão
vagueando por sonhos interrompidos...
asas quebradas...voos proibidos...
emoções negadas...reprimidas...contidas.

Mas do firmamento caem chuvas de estrelas...
são as lágrimas serenas da compadecida lua...
Quem sabe elas me guiem...me acendam
novos caminhos...e alumiem
os lugares solitários da minha alma?

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Pranto da Alma

Pensamentos cavalgam em turbilhão

perdidos nos ventos da saudade.

Marejam meus olhos de estrelas...

cristais de suave infinito.

Contêm-se as secretas vontades...

Aprisionam-se desejos...abafam-se gritos.



Nuvens de dor vestem meus lamentos,

pintam nosso horizonte de bruma,

espantam o arco íris soluçante

cores apagadas que se esvaem do firmamento.



O Sol deixou de sorrir...escondeu-se,

As aves cessaram seus voos...calaram-se.

Os rios estagnaram suas correntes...

Ficou somente o alvoroço na alma...

Nostalgia que vagueia nas alamedas

deste penoso sentir que nada acalma.



Lágrimas de estrelas suspensas no universo

embaçam o brilho da lua...

Choram um amor errante perdido no tempo.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

VAI POESIA...

Vai Poesia...
Vai pelas estradas do sonho
leva contigo as flores do meu coração carente...
minhas emoções de seda guardadas...
e entrega-as ao meu amor distante.

Vai Poesia...
Leva-lhe a essência perfumada
dos meus versos secretos e apaixonados
entra em seus doces pensamentos...
afaga com ternura e doçura sua alma doirada
beija-a com as cores macias do arco-íris.

Vai Poesia...
Leva-lhe os meus carinhos de mar...
e pinta o seu meigo sorriso de luar...
desenha estrelas luzentes em seu olhar.
E se dele brotarem lágrimas amarguradas,
lembra-lhe o orvalho das minhas alvoradas.

Vai Poesia...
Leva-lhe o sol encantado da Primavera
daquele jardim habitado de quimeras...
Afasta as neblinas e as ventanias das ausências,
leva-lhe a minha voz...minhas suaves melodias,
murmura-lhe minhas saudades enluaradas
e entrelaça nossas almas enamoradas
nas brisas amorosas da eternidade.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

VEREDAS DE SILÊNCIO

Caminho nos socalcos do destino
e perscruto veredas de silêncio
nos tropeços das lembranças...
Pensamentos que se esvaem
nos ventos dilacerantes da Razão...

Desfolho pétalas de ausências
pedaços de sonhos sem fragrância
que se perderam na apatia
desta minha alma privada de mim...
Peregrina de dor...num jardim sem nome...
alma errante... sem fim.

Naufrago a esperança do meu sonhar
e perco-me no oceano da solidão
vagueando por sonhos interrompidos...
asas quebradas...voos proibidos...
emoções negadas...reprimidas...contidas.

Mas do firmamento caem chuvas de estrelas...
são as lágrimas serenas da compadecida lua...
Quem sabe elas me guiem...me acendam
novos caminhos...e alumiem
os lugares solitários da minha alma?

sábado, 10 de novembro de 2007

ENCONTREI-TE NO INFINITO

Eu sabia que tu existias...os astros mo diziam...eu sentia!

O vento segredou-me os murmúrios da tua alma...

Trouxe-me o perfume da tua essência florida de sonhos belos.

Ah...como eles eram tão iguais aos meus!



Quando olhava a lua, ela sorria com o teu sorriso,

Ela murmurava-me os teus suspiros...

Observava as estrelas e via o teu brilho!

Ouvia-te na sinfonia das ondas e a minha alma dançava

a valsa do amor encantado.

Os meus olhos cantavam as mais belas baladas que só tu ouvias.

Sentia os teus braços envolverem-me com a maciez

do teus carinhos de seda.

Sentia a brisa do teu mar tocar a minha face de veludo.



Ah como eu te procurei....neste infinito

que nos sussurrava os nossos mistérios!

Agora entendi os enigmas do tempo!



Caminhei, soberana dos meus desejos, dos meus anseios,

e vislumbrei o teu majestoso castelo!

Vi que me esperavas sentado no lugar onde ousavas sonhar comigo...

onde esperavas ver cumprida a profecia do nosso destino.



Encontrei-te...

Reconheci-te...



Amar-te-ei até à eternidade!

terça-feira, 6 de novembro de 2007

HÁ PALAVRAS

Há palavras coloridas com sabor a vento...
passam por nós e deixam rastos de saudade,
desenham no horizonte arco-íris de esperança...
Depois... cores desbotadas...sonhos suspensos... exilados.

Há palavras iluminadas... translúcidas... cristalinas...
edificam castelos de sonhos nas sumptuosas estrelas,
aproximam as distâncias... afastam as ausências,
alimentam emoções... brisas serenas que regressam
nas asas da liberdade e retiram as algemas do tempo.

Há palavras caladas... palavras proibidas...
palavras sufocadas... prisioneiras no labirinto do Destino...
palavras secretas que falam no silêncio do olhar...
palavras que suspiram amor e fazem sorrir a alma,
palavras mudas... interditas que escondem o que não pode ser dito...
palavras molhadas... naufragadas no mar exaltado da Razão.

Há palavras que não precisam de papel...nem de voz...
Almas abençoadas captam as suas belas melodias
e fazem delas canções sagradas... encantadas...
com sons e ritmos misteriosos de Eternidade.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

CLAUSTRO DA ALMA

Perdeu-se a luz do olhar... a janela

do sonho enclaustrou -se em neblinas...

Solidão encarcerada sem uma estrela

a fulgir neste claustro em ruínas.



Quedo-me na nostalgia do abandono...

Ouvem-se sonâncias perdidas no horizonte

que cingem a minh' alma neste outono

algemando os meus passos sem ponte.



Quisera resgatar oásis de primavera

que despontavam na janela do coração...

Absorver o aroma jovial da quimera.



Quisera agarrar as alas errantes do vento

Evadir -me das brumas desta prisão

E adejar até aos confins do pensamento

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

CHEGARÁS

Espero por ti, amor... todas as horas
que abraçam o sonho da minha vida.
Embarco na memória... vislumbro auroras
da tua presença... flutuo embevecida.

Afago lembranças que acordam melodias...
Músicas meigas, num bailado de sentidos,
conduzem-me em fulgurantes telepatias
onde te murmurejo versos queridos.

Sei que chegarás no baloiço do vento,
meiga carícia a deslizar no meu rosto,
sorrisos indeléveis nestes dias de Agosto.

Mágoas olvidadas, névoas esmaecidas...
Nossas almas unidas num eterno adejar
acendendo poemas nas estrelas do sonhar.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

CANÇÃO DO MAR

Há encanto nos murmurinhos do mar...
Há mansuetude no ondular do sentimento
que devaneia nas ondas, melífluo enlear,
trazendo carinhos à foz do pensamento.

Abrigo-me na aragem da sua afeição...
A nostalgia estende-se na areia, voluteia
nas asas do vento levando a minha solidão
a soçobrar no mar, ao encontro da Sereia.

É nesse oceano azul que afundo a melancolia,
mergulho nas profundezas do meu ser...
Espanto dores na canção do mar que acaricia.

Minh’ alma carente, antes em infinda agonia,
floresce nas ondas de um novo alvorecer...
Flutua risonha nas brisas serenas da poesia.

quarta-feira, 16 de maio de 2007

GOTAS DE SAUDADE

Brotam gotas de saudade no olhar...
Caem dolentes no crepúsculo da solidão...
Submergem no triste abismo do mar...
Perdem-se na corrente da ondulação.
Esmorecem os meus olhos vazios...sofridos!
Sangra o coração, matizando a essência,
num profundo torpor incompreendido.
Artimanhas vis do destino, sem clemência.
Deambulo ferida na penumbra do sonho...
Jaz o silêncio perplexo, escuta-se o ventoinflamado de dor...
Toca-me medonho!...
De asas quebradas, despojada de razão,
cerro as janelas da alma...aninho-meno leito da nostalgia,
afago a recordação