Estranho o alongar da minha antipatia
onde divaga emudecida fechada solidão!...
Os ventos deploram preces em magia
no acontecer mais impassível à razão.
O cérebro humano cai sobre os nadas
nos dilúvios onde a farsa furta alento
vertente mistério, em horas caladas...
idosas como pedras de um convento!
Olho a inventada afoiteza em louco futuro
em passos oblíquos nas noites do monturo
onde o ser humano inventa edificar amor...
Para lá das sombras da mentira nasce ilusão
vozes que esmagam a prometida floração
no largo frio do tempo...extático ao pudor!!
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