Meu amor tem que morrer,
Mas não vai ser um suicídio.
Ele não quer morrer...
Quer viver,
quer gritar...
Não há morte quando estamos marcados pela eternidade
Ah! como me livrar desse suplicio?
Por você desertificado...
Quero as algemas romper
E de uma vez me libertar....
Terá que ser um assassinato,
sob encomenda.
Um tiro, uma faca talvez...
Nada que deixe rastro
Pista...
Ou algum sinal do meu fracasso
Coloco meu amor á prova,
prá quem quiser tentar...
Como se fosse possível matar um amor...
Arriscarei sempre uma metade de mim
em cada tentativa de livrar-me deste tormento,
Desta insana angustia...
Como se do amor alguém pudesse se livrar!
A bala fica.
A faca fica.
A dor fica.
O amor fica.
A saudade aumenta,
o desespero deixa minha alma cega
nesta tormenta.
Assim como nossos espíritos, é com o amor...
O corpo morre, o espírito vive...
O coração morre, o amor vive...
O coração bate.... a esperança renasce!
O corpo ainda vive.... o amanhã vem redimir
Suprir o que restou de mim!
Um espírito ébrio de amor
Alma dilacerada pela dor....
Um corpo, um espírito...
Um coração, um amor...
O espírito do coração... O amor...
O amor é como uma águia
Quanto maior for o salto mas ele nos mostra
que temos asas.......
Asas para voar e em outro coração
Esse amor redivivo vai aportar
Corpo morto, espírito vivo.
Coração dilacerado, desfribado, amor vivo.
O meu amor não morreu...
Continua vivo, pulsando ainda que em estado latente
Morreu sim,
A oportunidade que você deixou perdida
De me possuir como uma diva redimida.
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