Como arrancar esta dolente emoção...
sentimento magoado, espezinhado de dor?
Como alinhar as veredas perdidas do coração,
labirintos infindos de amargura, sem amor?
Versos tristes brotam na poesia do tormento,
sonhos apodrecidos na penumbra do sentir...
Cinzas de mim tresmalhadas ao vento,
fragmentos de estrelas, num lento aluir.
As estrofes desencontram-se do sonho,
empalidecem pelo caminho, vazias...
Pedaços de alma no chão que não reponho.
Perderam-se os sorrisos lunares, magia
dócil das madrugadas sussurrantes...
A música cala-se, embriaga-se em agonia!
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