Coimbra, velha cidade,
Coimbra, vieja ciudad,
De ruas medievais;
De calles medievales;
Do Penedo da Saudade
De Penedo de la Añoranza
Onde tantos imortais
Donde tantos inmortales
Poetas e trovadores,
Poetas y trovadores,
Tiveram os seus amores
Tuvieron sus amores
Nos tempos da mocidade.
En los tiempos de la mocedad.
Coimbra dos estudantes
Coimbra de los estudiantes
E das tricanas bonitas;
Y de las tricanas guapas;
Das noites inebriantes
De las noches inebriantes
Da tua "Queima das Fitas".
De tu "Quema de las Cintas".
Coimbra, cidade linda,
Coimbra, ciudad linda,
Foste sempre; e és ainda!
Fuiste siempre; y eres todavía!
A cidade capital
La ciudad capital
Do amor em Portugal.
Del amor en Portugal.
Tens na "Fonte dos Amores"
Tienes en la "Fuente de los Amores"
O amor simbolizado,
El amor simbolizado,
Por D. Pedro e D. Inês,
Por D. Pedro y D. Inês,
Num romance consagrado.
En una novela consagrado.
Rio Mondego, o Choupal
Río Mondego, el Choupal
Ou o Jardim da Sereia
O el Jardín de la Sirena
E a Escada Monumental
Y la Escalera Monumental
Junto à Universidade...
Junto a la Universidad...
Fazem de ti, sem igual,
Hacen de ti, sin igual,
A mais bonita cidade
La más bonita ciudad
Deste nosso Portugal!...
De este nuestro Portugal!...
Coimbra de tradições,
Coimbra de tradiciones,
Cidade-mãe de doutores
Ciudad-madre de doctores
E da velha Universidade;
Y de la vieja Universidad;
Fazes vibrar corações
Haces vibrar corazones
Por tantas recordações
Por tantas remembranzas
Nessa palavra… saudade!
En esa palabra… añoranza!
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