sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

COIMBRA

Coimbra, velha cidade,

Coimbra, vieja ciudad,

De ruas medievais;

De calles medievales;

Do Penedo da Saudade

De Penedo de la Añoranza

Onde tantos imortais

Donde tantos inmortales

Poetas e trovadores,

Poetas y trovadores,

Tiveram os seus amores

Tuvieron sus amores

Nos tempos da mocidade.

En los tiempos de la mocedad.






Coimbra dos estudantes

Coimbra de los estudiantes

E das tricanas bonitas;

Y de las tricanas guapas;

Das noites inebriantes

De las noches inebriantes
Da tua "Queima das Fitas".

De tu "Quema de las Cintas".






Coimbra, cidade linda,

Coimbra, ciudad linda,

Foste sempre; e és ainda!

Fuiste siempre; y eres todavía!

A cidade capital

La ciudad capital

Do amor em Portugal.

Del amor en Portugal.




Tens na "Fonte dos Amores"

Tienes en la "Fuente de los Amores"

O amor simbolizado,

El amor simbolizado,

Por D. Pedro e D. Inês,

Por D. Pedro y D. Inês,

Num romance consagrado.

En una novela consagrado.





Rio Mondego, o Choupal

Río Mondego, el Choupal

Ou o Jardim da Sereia

O el Jardín de la Sirena

E a Escada Monumental

Y la Escalera Monumental

Junto à Universidade...

Junto a la Universidad...

Fazem de ti, sem igual,

Hacen de ti, sin igual,

A mais bonita cidade

La más bonita ciudad

Deste nosso Portugal!...

De este nuestro Portugal!...





Coimbra de tradições,

Coimbra de tradiciones,

Cidade-mãe de doutores

Ciudad-madre de doctores

E da velha Universidade;

Y de la vieja Universidad;

Fazes vibrar corações

Haces vibrar corazones

Por tantas recordações

Por tantas remembranzas

Nessa palavra… saudade!

En esa palabra… añoranza!

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