Ninou-me a cantiga!
Um refrão encantado
Por um anjo entoado
De ternura tomado
Sutil, delicado!
Ninou-me a cantiga!
No colo abrigada,
protegida, amada,
fechei a cortina,
a janela para a vida
Cerrei, embevecida...
Com mágico cantar!
Num cavalo alado,
trotando apressado
Para vôo alcançar
Partiste...
Caminhos escondidos
Por nuvens cinzentas,
quisera sabê-los
Ninou-me a cantiga!
Acordada... reflito
Quando voltará?
Ninou-me a cantiga!
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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Preciso falar-te
...Antes das urgências:- Pai Meu preciso falar-te
Do teu amor que me inundou em meio a conflitos
Tamanhos! Dando-me paz para prosseguir
...Antes das urgências: - Pai Meu agradeço-te
Por toda tua bondade em meio a minha família
Que nos faz unidos em fé e no amor que tu nos legou
Antes das urgências... Preciso louvar-te pelo inimigo
Humilhado... Por ver que seu projeto
a mim e aos meus, contrário
Não realizou-se...E como ele frustrou-se!
Antes das urgências... preciso falar-te
Que sei ter um amigo que em meio a tantas bênçãos
Permite-me tranqüilamente ante a urgências
Descansar em fé, cônscia de que o Deus que tenho
Já as viabilizou.
Do teu amor que me inundou em meio a conflitos
Tamanhos! Dando-me paz para prosseguir
...Antes das urgências: - Pai Meu agradeço-te
Por toda tua bondade em meio a minha família
Que nos faz unidos em fé e no amor que tu nos legou
Antes das urgências... Preciso louvar-te pelo inimigo
Humilhado... Por ver que seu projeto
a mim e aos meus, contrário
Não realizou-se...E como ele frustrou-se!
Antes das urgências... preciso falar-te
Que sei ter um amigo que em meio a tantas bênçãos
Permite-me tranqüilamente ante a urgências
Descansar em fé, cônscia de que o Deus que tenho
Já as viabilizou.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Impulsos...
Montei -me, a galope tentei deter impulsos
Puro-sangue... na corrida pelo amor...
Impostora dos meus ímpetos, rédeas usei
Mediadora da razão, contra os instintos me posicionei.
Infindáveis luas me banharam com seus mistérios
Quão amorosos ! Mudando meus critérios...
Tomada pela emoção, com rédeas soltas cavalguei
de braços abertos...ao amor... me libertei !
Puro-sangue... na corrida pelo amor...
Impostora dos meus ímpetos, rédeas usei
Mediadora da razão, contra os instintos me posicionei.
Infindáveis luas me banharam com seus mistérios
Quão amorosos ! Mudando meus critérios...
Tomada pela emoção, com rédeas soltas cavalguei
de braços abertos...ao amor... me libertei !
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Recebendo doces rios
Verde-mar do meu crepúsculo recebe doces rios,
que em agonia aconchegam-se sem cerimônia,
e plantam o sol da meia-noite que resiste às marés.
Resplandece luas-novas submersas.
Planta lírios perfumados em castelos de areia,
que desfazem todo o mal desses dias de final.
Verde-mar do meu crepúsculo faz azul...
o som das águas que acampam pela praia,
regando conchas pelo chão em abandono,
tomando-as pelas mãos com carinho insano.
Verde-mar do meu crepúsculo, cultua a vida,
... e em reverência ignora as agruras,
desenhando com cinzas, dias de carnaval.
que em agonia aconchegam-se sem cerimônia,
e plantam o sol da meia-noite que resiste às marés.
Resplandece luas-novas submersas.
Planta lírios perfumados em castelos de areia,
que desfazem todo o mal desses dias de final.
Verde-mar do meu crepúsculo faz azul...
o som das águas que acampam pela praia,
regando conchas pelo chão em abandono,
tomando-as pelas mãos com carinho insano.
Verde-mar do meu crepúsculo, cultua a vida,
... e em reverência ignora as agruras,
desenhando com cinzas, dias de carnaval.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Musa
Palpita meu coração... minha musa és tu amor!
Me inspirando sem cessar em rumo ao poetar...
Sem desvios , sem retornos, atinjo sem sutileza
com palavras ,com certezas, ousando penetrações
em almas, corpos e naturezas ..
Nos sins e nos senões, descrevendo ou analisando
da vida o que quer que seja...Nessa sofreguidão,
resta-me apenas uma certeza: És tu, ó doce amor
minha fonte, minha raiz ...de onde jorra a água pura,
És a plena exortação...dos versos dessa aprendiz.
Me inspirando sem cessar em rumo ao poetar...
Sem desvios , sem retornos, atinjo sem sutileza
com palavras ,com certezas, ousando penetrações
em almas, corpos e naturezas ..
Nos sins e nos senões, descrevendo ou analisando
da vida o que quer que seja...Nessa sofreguidão,
resta-me apenas uma certeza: És tu, ó doce amor
minha fonte, minha raiz ...de onde jorra a água pura,
És a plena exortação...dos versos dessa aprendiz.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Escrevendo fascínio
Elaborado o conflito, hoje, o calado grito,
Rosa é no quadro na parede da varanda,
Onde deslumbrados convidados festejam,
No café da manhã, aconchegante noite...
Entre lençóis de cetim, bem perfumados,
Amaram-se livres, viveram miragens
Intactas, fizeram-se possuidores raros
Dos momentos que na bagagem guardaram.
Com pompa, na contra- dança foram festejados
Todos os impossíveis e sussurros foram pétalas
Que choviam na cama, escrevendo fascínio
Nas mãos, demarcando as linhas do destino...
Rosa é no quadro na parede da varanda,
Onde deslumbrados convidados festejam,
No café da manhã, aconchegante noite...
Entre lençóis de cetim, bem perfumados,
Amaram-se livres, viveram miragens
Intactas, fizeram-se possuidores raros
Dos momentos que na bagagem guardaram.
Com pompa, na contra- dança foram festejados
Todos os impossíveis e sussurros foram pétalas
Que choviam na cama, escrevendo fascínio
Nas mãos, demarcando as linhas do destino...
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Canto ao Entardecer
Hoje o verbo instiga ao id
cheio de folego tenta controle
é farol, incide sobre a máscara
da liberdade faz-se mensagem
Das reprimendas conhece as sendas
e nos desvios ultraja, adjetiva
festas outonais , faz-se vinho
e caminho das águas que sorvidas
Descora do ego a face
do reverso faz fluir fonte
ponte que propicia desmonte
e remete aos montes a essência
...desnuda banhando-se ao entardecer
cheio de folego tenta controle
é farol, incide sobre a máscara
da liberdade faz-se mensagem
Das reprimendas conhece as sendas
e nos desvios ultraja, adjetiva
festas outonais , faz-se vinho
e caminho das águas que sorvidas
Descora do ego a face
do reverso faz fluir fonte
ponte que propicia desmonte
e remete aos montes a essência
...desnuda banhando-se ao entardecer
sexta-feira, 17 de abril de 2009
SEDUÇÃO
Imagino-me ousando seduzir-te,
despindo corpo e alma
sem reservas.
Exibindo-me toda tua,
permitindo teu domínio,
deixando-me invadir
sem horários restringir,
sem espaços por ceder.
Entregando-me sem temores
pro meu dono em mim morar...
Enfim, me enfeitiçar
de tanto, tanto me amar.
despindo corpo e alma
sem reservas.
Exibindo-me toda tua,
permitindo teu domínio,
deixando-me invadir
sem horários restringir,
sem espaços por ceder.
Entregando-me sem temores
pro meu dono em mim morar...
Enfim, me enfeitiçar
de tanto, tanto me amar.
quarta-feira, 4 de março de 2009
Enigma
Subi uma escada espiralada, subi... subi...
Procurando uma palavra que vencesse as barreiras
Entre o que falo e o que senti, no caminho
Combati mitos, ouvi os colibris,
do ar tentei algo ouvir
Conjuguei o verbo, consultei cabalas, luz nas sombras inseri
Abri portas e percorri labirintos de mim
O enigma insuperável se fincava de verdade
A solidão, dama austera fazia-me
companhia, nas noites
Implacável sorria para mim
A angústia me domina no espelho... as duas
A que diz e a que pensa... nenhuma sorri
Soturnas impõem barreiras, lanço mão da poesia
Obra aberta...paciente que nos seus braços me embala, sim.
Procurando uma palavra que vencesse as barreiras
Entre o que falo e o que senti, no caminho
Combati mitos, ouvi os colibris,
do ar tentei algo ouvir
Conjuguei o verbo, consultei cabalas, luz nas sombras inseri
Abri portas e percorri labirintos de mim
O enigma insuperável se fincava de verdade
A solidão, dama austera fazia-me
companhia, nas noites
Implacável sorria para mim
A angústia me domina no espelho... as duas
A que diz e a que pensa... nenhuma sorri
Soturnas impõem barreiras, lanço mão da poesia
Obra aberta...paciente que nos seus braços me embala, sim.
sábado, 3 de janeiro de 2009
Ponte Suspensa
No espaço flutua suspensa ponte...
Em madeira nobre, flexível aos fortes ventos.
Habitam-na orquídeas, miosótis... lilases em profusão,
Incrustados ao seu redor pássaros cantantes.
Nela habitam anjos que invisíveis,
sempre estão disponíveis...
Arquitetura da fé, vejo-a e a tocá-la chego.
Quando surge o imponderável, atravesso-a, sempre a pé,
Sabendo encontrar do outro lado soluções,
escritas com letras claras por Deus
sábio escritor, consumidor da minha fé.
Em madeira nobre, flexível aos fortes ventos.
Habitam-na orquídeas, miosótis... lilases em profusão,
Incrustados ao seu redor pássaros cantantes.
Nela habitam anjos que invisíveis,
sempre estão disponíveis...
Arquitetura da fé, vejo-a e a tocá-la chego.
Quando surge o imponderável, atravesso-a, sempre a pé,
Sabendo encontrar do outro lado soluções,
escritas com letras claras por Deus
sábio escritor, consumidor da minha fé.
sábado, 13 de dezembro de 2008
Vigília
Estrelas se derramam em pranto pelo chão,
na noite longa, das emoções prisioneiras...
Na couraça, o olho cego, estático
insiste em vislumbrar o horizonte.
Inatingíveis, os amores e dores,
são vultos que seguem de mãos dadas.
Que afagaram o nada e tocaram, nus,
a sede de luar e de pés descalços.
De laços frouxos e abraços rotos,
pintado está o rosto e o gosto.
Na boca ausente, fome de gente,
implode de repente em ondas fortes.
Que batem nas pedras e tanto!
Ressente-se de toda uma vida,
Fugindo das esquinas por atalhos,
esgueirando-se... desenhando essa vigília.
na noite longa, das emoções prisioneiras...
Na couraça, o olho cego, estático
insiste em vislumbrar o horizonte.
Inatingíveis, os amores e dores,
são vultos que seguem de mãos dadas.
Que afagaram o nada e tocaram, nus,
a sede de luar e de pés descalços.
De laços frouxos e abraços rotos,
pintado está o rosto e o gosto.
Na boca ausente, fome de gente,
implode de repente em ondas fortes.
Que batem nas pedras e tanto!
Ressente-se de toda uma vida,
Fugindo das esquinas por atalhos,
esgueirando-se... desenhando essa vigília.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Enigma
Subi uma escada espiralada, subi... subi...
Procurando uma palavra que vencesse as barreiras
Entre o que falo e o que senti, no caminho
Combati mitos, ouvi os colibris, do ar tentei algo ouvir
Conjuguei o verbo, consultei cabalas, luz nas sombras inseri
Abri portas e percorri labirintos de mim
O enigma insuperável se fincava de verdade
A solidão, dama austera fazia-me companhia, nas noites
Implacável sorria para mim
A angústia me domina no espelho... as duas
A que diz e a que pensa... nenhuma sorri
Soturnas impõem barreiras, lanço mão da poesia
Obra aberta...paciente que nos seus braços me embala, sim.
Procurando uma palavra que vencesse as barreiras
Entre o que falo e o que senti, no caminho
Combati mitos, ouvi os colibris, do ar tentei algo ouvir
Conjuguei o verbo, consultei cabalas, luz nas sombras inseri
Abri portas e percorri labirintos de mim
O enigma insuperável se fincava de verdade
A solidão, dama austera fazia-me companhia, nas noites
Implacável sorria para mim
A angústia me domina no espelho... as duas
A que diz e a que pensa... nenhuma sorri
Soturnas impõem barreiras, lanço mão da poesia
Obra aberta...paciente que nos seus braços me embala, sim.
domingo, 23 de novembro de 2008
Dama da Noite
As pétalas que te floreiam
são enluaradas.
Remetem-me à lua cheia,
enfeitiçada...
Ofertando-te a Vênus,
clamando cumplicidade,
que a solidão quebrante!
Sejas por uma noite,
o meteorito que perpetua
no meu corpo com açoites,
estrelas que bordem
minha escuridão
com constelações
que desagüem,
povoando-me.
Que seja de ilusões!
são enluaradas.
Remetem-me à lua cheia,
enfeitiçada...
Ofertando-te a Vênus,
clamando cumplicidade,
que a solidão quebrante!
Sejas por uma noite,
o meteorito que perpetua
no meu corpo com açoites,
estrelas que bordem
minha escuridão
com constelações
que desagüem,
povoando-me.
Que seja de ilusões!
Atenção!
Sob forte tempestade o mar negro e tenebroso.
Ao fundo corais, a vegetação fosforescente,
Extremamente verdejante!
Corais resplandecentes, nas conchas?
- Pérolas brilhantes! Peixes grávidos num balê...
Luzes! Onde estão os refletores?
- A ciência não responde.
Mergulhes! Podes ser feliz de novo!
Ao fundo corais, a vegetação fosforescente,
Extremamente verdejante!
Corais resplandecentes, nas conchas?
- Pérolas brilhantes! Peixes grávidos num balê...
Luzes! Onde estão os refletores?
- A ciência não responde.
Mergulhes! Podes ser feliz de novo!
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
CORPO A CORPO
Taça cristalina, insinuante, tilinta-me o coração!
Borbulhas de vinho estonteantes, meus seios
intumescidos sob as rendas... Ofereço-o à boca
que contracena sedução, e no corpo a corpo...
...canta a cantiga ao cetim , abrigo do levante.
Este teu jeito de se deitar em meu regaço
colhendo dálias, para enfrentar teu cansaço,
as ilusões quebradas reparam e no corpo a corpo...
... Percorre-me, como quem inventa caminho
para o desejo incontido, mergulhando a lua
em encantada nuvem azulada, de cadinho
esculpir, Afrodite imperecível, nua e tua!
Borbulhas de vinho estonteantes, meus seios
intumescidos sob as rendas... Ofereço-o à boca
que contracena sedução, e no corpo a corpo...
...canta a cantiga ao cetim , abrigo do levante.
Este teu jeito de se deitar em meu regaço
colhendo dálias, para enfrentar teu cansaço,
as ilusões quebradas reparam e no corpo a corpo...
... Percorre-me, como quem inventa caminho
para o desejo incontido, mergulhando a lua
em encantada nuvem azulada, de cadinho
esculpir, Afrodite imperecível, nua e tua!
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Ah! Música
Asas de minha reflexão, fazes-me
som em viagem. Ah! música...
tu fazes-me labareda e (in) canto.
Cata-vento atento à brisa;
espalhas as estrelas azulando-me
as noites no horizonte perdidas.
Ponte à um novo dia,
escreves em minha alma,
bálsamo, flores e poesia...
E meu corpo faz voar.
A música faz-me caminho...
ao corpo do amor, beijando
Sôfrega, as vestes da musa,
que em teu manto, envolta em dança,
desnuda-me o cio.
som em viagem. Ah! música...
tu fazes-me labareda e (in) canto.
Cata-vento atento à brisa;
espalhas as estrelas azulando-me
as noites no horizonte perdidas.
Ponte à um novo dia,
escreves em minha alma,
bálsamo, flores e poesia...
E meu corpo faz voar.
A música faz-me caminho...
ao corpo do amor, beijando
Sôfrega, as vestes da musa,
que em teu manto, envolta em dança,
desnuda-me o cio.
sábado, 25 de outubro de 2008
Vigília
Estrelas se derramam em pranto pelo chão,
na noite longa, das emoções prisioneiras...
Na couraça, o olho cego, estático
insiste em vislumbrar o horizonte.
Inatingíveis, os amores e dores,
são vultos que seguem de mãos dadas.
Que afagaram o nada e tocaram, nus,
a sede de luar e de pés descalços.
De laços frouxos e abraços rotos,
pintado está o rosto e o gosto.
Na boca ausente, fome de gente,
implode de repente em ondas fortes.
Que batem nas pedras e tanto!
Ressente-se de toda uma vida,
Fugindo das esquinas por atalhos,
esgueirando-se... desenhando essa vigília.
na noite longa, das emoções prisioneiras...
Na couraça, o olho cego, estático
insiste em vislumbrar o horizonte.
Inatingíveis, os amores e dores,
são vultos que seguem de mãos dadas.
Que afagaram o nada e tocaram, nus,
a sede de luar e de pés descalços.
De laços frouxos e abraços rotos,
pintado está o rosto e o gosto.
Na boca ausente, fome de gente,
implode de repente em ondas fortes.
Que batem nas pedras e tanto!
Ressente-se de toda uma vida,
Fugindo das esquinas por atalhos,
esgueirando-se... desenhando essa vigília.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
ALMA DE DOMINGO
Hoje no meu espírito é domingo,
manhã ensolarada recebe a lua
que se foi, e louvando, entroniza;
liberdade olhando a vida, ousa...
...encará-la de verdade, liturgia
do amor essa é a essência,
não viver a vida que se pensa,
mas, a que Deus, assim, nos mostrou!
manhã ensolarada recebe a lua
que se foi, e louvando, entroniza;
liberdade olhando a vida, ousa...
...encará-la de verdade, liturgia
do amor essa é a essência,
não viver a vida que se pensa,
mas, a que Deus, assim, nos mostrou!
terça-feira, 8 de julho de 2008
Dama da Noite
As pétalas que te floreiam
são enluaradas.
Remetem-me à lua cheia,
enfeitiçada...
Ofertando-te a Vênus,
clamando cumplicidade,
que a solidão quebrante!
Sejas por uma noite,
o meteorito que perpetua
no meu corpo com açoites,
estrelas que bordem
minha escuridão
com constelações
que desagüem,
povoando-me.
Que seja de ilusões!
são enluaradas.
Remetem-me à lua cheia,
enfeitiçada...
Ofertando-te a Vênus,
clamando cumplicidade,
que a solidão quebrante!
Sejas por uma noite,
o meteorito que perpetua
no meu corpo com açoites,
estrelas que bordem
minha escuridão
com constelações
que desagüem,
povoando-me.
Que seja de ilusões!
sábado, 14 de junho de 2008
Dama da Noite
As pétalas que te floreiam
são enluaradas.
Remetem-me à lua cheia,
enfeitiçada...
Ofertando-te a Vênus,
clamando cumplicidade,
que a solidão quebrante!
Sejas por uma noite,
o meteorito que perpetua
no meu corpo com açoites,
estrelas que bordem
minha escuridão
com constelações
que desagüem,
povoando-me.
Que seja de ilusões!
são enluaradas.
Remetem-me à lua cheia,
enfeitiçada...
Ofertando-te a Vênus,
clamando cumplicidade,
que a solidão quebrante!
Sejas por uma noite,
o meteorito que perpetua
no meu corpo com açoites,
estrelas que bordem
minha escuridão
com constelações
que desagüem,
povoando-me.
Que seja de ilusões!
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