terça-feira, 11 de agosto de 2009

Trincheiras da Vida

- Não sei dizer onde estou

ou porque estou aqui...

Claro que uso sua escrita simples

para aplicar meus conceitos.



- Não se culpe de nada

apenas aproveite o momento e seja feliz...



Não consigo mais me esconder

em trincheiras de concreto

minha carta esta sendo escrita

em castelos escoceses livres

prontas para pecarem em

qualquer ala que desfilarem...



Pelas ruas não encontro cascalhos

para decorar meu aquário de ilusões...



Não entendo onde estava

quando perdi o rumo em

sentidos implícitos esquecendo

que entre paredes e flores existia

uma vida a ser vivida e amada...



Não oculto minhas questões,

o que fazia enquanto eu

amava a fruta que seria

de um quase terceiro,

bastava um sim para

as gêmeas se encontrarem...



Nas avenidas não encontro

gás para o meu isqueiro de sonhos...



Minha musa está há dias luz de mim

porque tenho que passar por quinzenas

adormecidas para descobrir a felicidade?



Que sabor de mata verde é este,

que entranha em minha poesia.?



Mostre-me onde esta meu pecado,

Quero pedir perdão junto ao pão

dos meus dias...



Mostre-me onde está meu pecado,

quero pedir perdão junto ao vinho

das minhas noites...



Mostre-me o caminho

não exitárei em buscá-lo

seja ele de pedra,

seja ele de brisa....



Onde quer me levar com este

encontro praticamente diário?



- Não posso dizer

seu momento está apenas começando continue

jogando seus dados mas com prudência...

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