sexta-feira, 7 de agosto de 2009

AO MEU PAI

Ah! Como eu gostaria
De, ao rabiscar estes versos,
Escrever o mais belo de todos os poemas,
Com letras de amor, coloridas de saudade,
Dedicados, carinhosamente, ao meu pai.

Lembro-me bem,
Ele tinha um olhar de ternura para mim,
Era era um respeitado cidadão do interior,
Um homem bom, tinha nele muito amor.

Era uma constante na sua vida, a amizade,
Era um amigo das coisas corretas, da verdade...

Lágrimas minam dos meus olhos tristes,
A saudade domina o meu coração...

O tempo passa...
Mas não consigo apagar da minha mente,
A imagem terna e amiga do meu querido pai.


Depois que Nosso Senhor o chamou,
Nunca mais me abandonou a saudade.

1 comentário:

Otelice disse...

"...Depois que Nosso Senhor o chamou
Jamais me abandonou a saudade".
É como se eu ouvisse a minha alma falando sobre o meu pai.
Parabéns, poeta. Lindíssimo.
Abraços