Ah! Como eu gostaria
De, ao rabiscar estes versos,
Escrever o mais belo de todos os poemas,
Com letras de amor, coloridas de saudade,
Dedicados, carinhosamente, ao meu pai.
Lembro-me bem,
Ele tinha um olhar de ternura para mim,
Era era um respeitado cidadão do interior,
Um homem bom, tinha nele muito amor.
Era uma constante na sua vida, a amizade,
Era um amigo das coisas corretas, da verdade...
Lágrimas minam dos meus olhos tristes,
A saudade domina o meu coração...
O tempo passa...
Mas não consigo apagar da minha mente,
A imagem terna e amiga do meu querido pai.
Depois que Nosso Senhor o chamou,
Nunca mais me abandonou a saudade.
1 comentário:
"...Depois que Nosso Senhor o chamou
Jamais me abandonou a saudade".
É como se eu ouvisse a minha alma falando sobre o meu pai.
Parabéns, poeta. Lindíssimo.
Abraços
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