Amor: direito dos que podem ver,
O que tantos insistem em negar,
A luz que brilha mesmo sem querer,
No ser que amamos, em algum lugar...
Luz que ninguém jamais pensou em ter,
Entretanto está sempre a propagar,
Todo aquele que for o bem-querer,
De quem provou do doce verbo amar.
Cale-se quem puder, não serei eu!
Que esta sublimidade Deus me deu,
Ao ver chegar o outono nesta vida...
Pude provar quinhão desta ventura.
Quando a julgava incrédula e perdida,
O amor me resgatou desta amargura.
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