sexta-feira, 4 de julho de 2008

Dúvida

O meu teimoso olhar insiste em ver,
O que o passado insano me roubou,
Tanta alegria! Tão doce prazer!
De tudo, quase nada me restou...

Eu sei que é impossível de saber,
Se foi mesmo verdade o que falou,
(Que mais feliz não tinha como ser!)
Então, por que (Oh! Céus!) me abandonou?

Pergunta que vai sempre me rondar...
E por mais que eu deseje, não vou ter,
Ninguém no mundo para responder...

A dúvida eu terei que degustar,
Tal qual o vinho do melhor tonel,
Que no final é amargo como fel!

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