Não estou desistindo, nem pensar!
Porém minha ilusão tem muita sede,
E quer talvez poder se balançar,
No tépido folguedo de uma rede.
Mais do que abstração, quer vislumbrar.
Não basta ser um quadro na parede,
Os meus pincéis retornam a pintar,
O sonho que repousa em mim, adrede.
É o tempo que chegou de retirada...
Eu vou porque depois não sobra nada,
E nada, é muito pouco para mim!
Levo versos e prosa, os excessos,
Ninguém dirá que levo réus confessos...
Deixo a cruel sentença do meu fim!
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