Cansei-me de esperar-te inutilmente
E essa longa espera me entedia,
Leva-me à pura e simples adiaforia
Por este amor que morre lentamente.
Tua promessa agora não me alenta,
Pois tantas foram, de que voltarias,
Que eu cansei-me de fazer poesias,
Dessa esperança vã que me atormenta.
Então fiques aí, com os teus receios,
Que não me deterei mais em anseios,
Que impedem-me de um novo amor buscar.
Mas quando desse amor não restar nada,
Feliz eu hei de estar com outra amada
E talvez rindo... por te ver chorar.
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