sexta-feira, 7 de março de 2008

Memória das Lembranças

Nada mais que
minhas barreiras
larguei no labirinto
e as alegrias no arco-íris.

Açoita o frio em tristeza...
não consegui, prisioneira sou
sem sentir na noite
o amanhã.

Amei o sol,
o velho mar,
a lua,as estrelas.

O encanto navegava em carinhos,
resta-me o frio,
pesa na alma sofrida.

Sumo de mim mesma
como se não tivesse caminho,
que reflita você - que partiu...
Imagem que ficou
guardada na alma:
segredos guardados
a sete chaves compartilhados.

Loucura minha.
Saber-se amada
sem poder ser tocada.
Alucinada não respondes aos meus
desejos,
pois somos o tempo que o
passado levou.

Hoje, a cada por do sol
frente a este Guaíba imenso
fica a única verdade:
doces, interminaveis saudades
do amor vivenciado
em nossas entranhas!

Do mais profundo amor
em meu íntimo mais profundo
onde guardo e acaricio
a memória
das lembranças.

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