Ah! Poeta! Quão bela é tua alma,
Quando tuas letras se unem,
Toda orbe celestial se reúne,
Enquanto a natureza toda se acalma.
És douto em alegria, em tristeza também,
Reúnes povo em romaria,
Na marcha em prol do bem,
És cativo das letras vivas,
Assim és tu como ninguém.
A riqueza que possuis,
Não existe outra igual,
O tesouro de tuas letras não dilui,
por isso és humano,
com alma imortal.
Aos quatro cantos da terra,
Dás o brado de valor,
Extermina com a guerra,
no teu gesto de amor.
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