sábado, 8 de dezembro de 2007

É ISSO AÍ

A Poesia anda de braços dados com a paz.
Eu faço Poesia como quem chora,
Porque ela é o reflexo da realidade
Que vivo.
Que fazer?
Não soube até hoje,
Disfarçar as verdades
Com mentiras mal contadas
Se as cometi um dia,
Procuro desmanchá-las hoje,
Mesmo que tenham
Sido feitas inconscientemente
Procuro não mais disfarçar
As verdades
(as grandes e as pequenas)
Atrás de sorrisos amarelos.
Em tua homenagem,
Oh, Sagrada Mãe
De todos os homens,
Prometo ser verdadeiro
Enquanto dure a vida.
Depois não adianta mais,
Pois sabes bem quem sou
Desde sempre...


Amém!

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