sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Hei, você aí... Como vai?

Estranhou meu cumprimento hoje? Não quero ser diferente, apenas chamar atenção sobre
A reflexão de hoje!

A maneira como tratamos as pessoas que diariamente ou eventualmente estão á nossa volta.

Você tem o costume de cumprimentar familiares, colegas de trabalho ou escola mais ou menos assim? “Oi, como vai?” - não é?

E as pessoas com as quais cruzamos todos os dias, mas não são do nosso circulo de amizades e conhecimento?

O motorista e cobrador do ônibus, a zeladora do prédio, o pipoqueiro da esquina, o aleijadinho que pede esmolas na rua, aquela pessoa idosa que você encontra e esbarra na calçada, o caixa do supermercado, o varredor de rua, etc, etc,etc...

Você já pensou em passar por essas pessoas e desejar-lhes um sonoro BOM DIA HOJE?

Isso mesmo! Você não imagina, o sorriso que você vai receber em troca!

E ainda, além de cumprimentar essas pessoas, você observa e percebe se elas tem defeitos?

Conhece alguém que está sempre apontando os defeitos dos outros, e trata elas com discriminação?

Então conheça esta pequena história e veja como muitas vezes agimos em relação aos outros:

Numa pequena loja de animais, um menino pergunta o preço dos filhotes a venda.
“Entre 30 e 50 reais”, respondeu o dono da loja.

O menino puxou uns trocados do bolso e disse: “Eu tenho 4,50 reais, mais eu posso ver os filhotes?”

O dono da loja sorriu e chamou Lady, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pelo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma visível. Imediatamente
O menino apontou aquele cachorrinho e perguntou: “O que há com ele? ”

O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, sempre mancaria e andaria devagar.

O menino se animou e disse: “Esse é o que eu quero comprar!”

O dono da loja contestou: “Você não pode realmente querer comprar esse cachorro. Se você realmente o quer eu lhe dou de presente.”

O menino ficou transtornado e, olhando bem o dono da loja, disse: “Eu não quero que você o dê para mim. Ele vale tanto quanto qualquer um e vou pagar tudo, lhe dou 4,50 reais, agora e 1,50 real, por mês até completar o preço total”.

O dono da loja contestou: “Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca via poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos.”

Aí o menino puxou a perna esquerda da calça para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar.

Olhou bem para o dono da loja e disse: “Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso.”

Essa história ensina que: muitas vezes desprezamos as pessoas com as quais convivemos diariamente, simplesmente por causa dos seus “defeitos”, quando na verdade, somos tão iguais ou pior do que elas e sabemos que essas pessoas precisam de alguém que as compreendam e as amem não pelo que elas podem fazer, mas pelo que são. É difícil, mas não impossível.

Receba meu abraço e tenha um Bom Dia HOJE !

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