em movimentos lentos
minha alma sonolenta
adormecida
foi
e
s
c
o
a
n
d
o
e s v a i n d o
arrancada
das minhas entranhas
sem vida-emoção
agora v a g o matéria
carne sem alma
sonâmbula da ilusão
tentando encontrar a minha razão
do abismo profundo
do caos que me sufoca-devora
dos gritos-prantos
do berro eco que vai e não volta
choro sem ter mais lágrimas
pelo ausente-oco-coração
por minha perdida alma
Jamais devolvida !
Sem comentários:
Enviar um comentário