No carpir dos dias ficaram doces auroras,marginal aliciante onde correram os meus diasbailarino dos ventos, como folha abandonada,resto de nada, palavras ditas e ficadas no vazio...deserto árido sobre a selva do meu peito cansado.
Fui um louco sonhador de promessas emudecidasque ficaram sempre em arraial da ficção, sabendo a enganos que saltitavam sobre os meus olhosnum caminhar cinzento que me cobria de nadas, festim feito de madrugada, onde o dia não nasceu!
Da tragédia do meu Ser, nasceu um holocaustode incertezas, que sempre atraiçoou minha memóriana leveza das histórias em festividade agressiva!Subsiste somente um suavizar em sabor de farsapisando meu peito, solenizando a acre hipocrisia.
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