sexta-feira, 17 de agosto de 2007

EXCESSO.

Há coisas...
Que sob escusas
Entorpecem-me de ti.


Há ocasiões;
Que só o olhar,
Não faz a suficiência se bastar.


Porque no toque, e do tato,
Sinto-me! Invadindo-te.
Evadindo-me,
Pressinto-me embriagado.


Títere nos teus braços.
E então...
O lúdico brinquedo,
Que faço dos teus lábios.


Molha-se.
Só para obter,
O gosto, o perfume.
E o cerne da emoção...

Densa, encorpada!
Maravilhosamente,
Exagerada...

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