Abraça-me
como se fosse a última vez,
como se não houvesse o amanhã.
Eu por acaso mentiria?
Sinto-me tal qual criança
diante das promessas do homem...
Tantos já se foram...
Portanto não respondo
pelo amanhã.
Tantas vezes diante na morte
que sinceramente,
não mais me escondo!
Caminho nas mesmas trilhas.
Ela já levou quem estava distante,
quem estava ao lado,
na minha frente,
e nessa guerra
arrastou-me a cada escombro!
Quero sentir teu coração palpitando.
Quero você, não num encontro ao acaso;
não
num dia qualquer.
Quero hoje,
sendo ou não despedida,
preciso
do aconchego dos teus braços.
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