Minha querida, amor da minha vida...
Com um beijo,
pleno de desejo,
venho despertar-te,
para assim amar-te...Meu amor te espera ansioso,clama por teu beijo gostoso...
Estás dormindo,
e meu amor em teu sonho pedindo...Estou aqui, sou real,amo-te e jamais te farei mal...Coloco a teus pés meu coração,meu amor... minha razão...Se queres minha paixão,te amarei com devoção...Se queres meu amor,te amarei com fervor...Se queres meu carinho,terás todo o denguinho...Se queres a mim, me terás até o fim...Enfim, minha querida,te ofereço amor por toda a vida...
domingo, 24 de junho de 2007
AO ESCREVER POEMAS
Tenho a mão pesada ao escrever poemas,
Abro, no papel, profundos sulcos, tipo, leito de um rio,
por onde navegam palavras, pensamentos, histórias,
coisas colhidas nas trilhas desta vida.
Não acaricio as palavras, espremo-as,
até ter delas seu sumo, seus significados.
Uso cores agressivas, por vezes exuberantes,
quando tento passar uma mensagem.
Quando falo de saudade prefiro o cinza,
nostalgia navega em branco e preto
e a revolta em águas barrentas, sempre!
Estou mais para a realidade, a vida me fez assim!
Tenho a mão pesada aos escrever poemas,
machuco o papel, até perceber que ali existe
sangue, suor, saliva, sentimento,
não sei escrever sem expor feridas.
Parir versos é remexer nas entranhas,
é cutucar cicatrizes, fazê-las ardidas,
só assim o poema sobrevive
e eu consigo exorcizar minha dor.
Abro, no papel, profundos sulcos, tipo, leito de um rio,
por onde navegam palavras, pensamentos, histórias,
coisas colhidas nas trilhas desta vida.
Não acaricio as palavras, espremo-as,
até ter delas seu sumo, seus significados.
Uso cores agressivas, por vezes exuberantes,
quando tento passar uma mensagem.
Quando falo de saudade prefiro o cinza,
nostalgia navega em branco e preto
e a revolta em águas barrentas, sempre!
Estou mais para a realidade, a vida me fez assim!
Tenho a mão pesada aos escrever poemas,
machuco o papel, até perceber que ali existe
sangue, suor, saliva, sentimento,
não sei escrever sem expor feridas.
Parir versos é remexer nas entranhas,
é cutucar cicatrizes, fazê-las ardidas,
só assim o poema sobrevive
e eu consigo exorcizar minha dor.
NEM SEMPRE...
Nem sempre poesia, muitas vezes heresia,
enredo que não pode ser desfeito,
tramas, teias, dramas, grito espremido no peito,
histórias que o tempo fez questão de preservar.
Nem sempre são rosas, muitas vezes espinhos,
outras vezes são cortes, fraturas, entorses,
sangue coagulado, cicatrizes que ainda doem,
feridas que o tempo não foi capaz de curar.
Nem sempre fragrâncias, muitas vezes odores,
coisas cheirando a mofo, amareladas, apodrecidas,
resto de comida esquecida no forno,
coisas que o tempo não deu conta de dissipar.
Nem sempre vitórias, muitas vezes derrotas,
descaminhos, estranhos, sem volta,
andar desequilibrado pela beira do abismo,
escolhas que o tempo deixou você tomar.
Nem sempre o poeta que existe em mim agüenta,
muitas vezes ele se ausenta, viaja nas funduras,
macera dores, nostalgias, amarguras
e depois de algum tempo voltar a sonhar.
enredo que não pode ser desfeito,
tramas, teias, dramas, grito espremido no peito,
histórias que o tempo fez questão de preservar.
Nem sempre são rosas, muitas vezes espinhos,
outras vezes são cortes, fraturas, entorses,
sangue coagulado, cicatrizes que ainda doem,
feridas que o tempo não foi capaz de curar.
Nem sempre fragrâncias, muitas vezes odores,
coisas cheirando a mofo, amareladas, apodrecidas,
resto de comida esquecida no forno,
coisas que o tempo não deu conta de dissipar.
Nem sempre vitórias, muitas vezes derrotas,
descaminhos, estranhos, sem volta,
andar desequilibrado pela beira do abismo,
escolhas que o tempo deixou você tomar.
Nem sempre o poeta que existe em mim agüenta,
muitas vezes ele se ausenta, viaja nas funduras,
macera dores, nostalgias, amarguras
e depois de algum tempo voltar a sonhar.
Em volta do tempo
Esse lapso de tempo entre o acabar do teu amor e o continuar da minha dor fez da minha vida um amontoado de lembranças que, por mais que eu queira, não consigo ordenar. Ficam todas (elas, as lembranças) espalhadas, esperando que as reúna por ordem alfabética, quiçá por tempo de uso ou, ainda, por felicidades que trouxeram ou, ainda, pelos estragos que causaram. E ficam aqui e acolá, atravancando caminhos, deixando-me impossibilitada de colocar novos sentimentos, ou novos amores, ou mesmo dores que por vezes fazem bem, embora amargas e travosas. E adio a faxina por cansaço puro, por preguiça casual, por medo de rever antigos cantinhos submersos em cartas amassadas e descoloridas. Tenho medo de te encontrar em fitas e folhas secas que ainda dizem da minha saudade e da tua indiferença que já nem faz mais tanta diferença. Tenho medo das tuas letras em rimas quebradas, dizendo amores que já se desfizeram nas rodas do tempo. Tenho medo de ver que esse tempo (o meu tempo) se foi. Tenho medo de ver que fostes para sempre nas areias de outras praias.Em qual ampulheta deixei meu tempo escorrer?
A Lição Do Jardineiro
Um dia, o executivo de uma grande empresa contratou, pelo telefone, um jardineiro autônomo para fazer a manutenção do seu jardim.
Chegando em casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como já estava contratado, ele pediu para que o garoto executasse o serviço.
Quando terminou, o garoto solicitou ao dono da casa permissão para utilizar o telefone e o executivo não pôde deixar de ouvir a conversa.
O garoto ligou para uma mulher e perguntou: "A senhora está precisando de um jardineiro?"
"Não. Eu já tenho um", foi a resposta.
"Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu também tiro o lixo”.
"Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha. O meu jardineiro também faz isso”.
O garoto insistiu: "eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço”.
"O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora”.
"Eu faço a programação de atendimento, o mais rápido possível”.
"Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente.. Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa”.
Numa última tentativa, o menino arriscou: "o meu preço é um dos melhores”.
"Não", disse firme a voz ao telefone. "Muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom”.
Desligado o telefone, o executivo disse ao jardineiro: "Meu rapaz, você perdeu um cliente”.
"Claro que não", respondeu rápido. "Eu sou o jardineiro dela. Fiz isto apenas para medir o quanto ela estava satisfeita comigo”.
Em se falando do jardim das afeições, quantos de nós teríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro?
E, se fizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o grau de satisfação da cliente do pequeno jardineiro?
Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso, aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos?
Estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e da indiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores da afeição mais pura?
Temos lubrificado, diariamente, as ferramentas da gentileza, da simpatia entre os nossos amores, atendendo as suas necessidades e carências, com presteza?
E, por fim, qual tem sido o nosso preço? Temos usado chantagem ou, como o jardineiro sábio, cuidamos das mudinhas das afeições com carinho e as deixamos florescer, sem sufocá-las?
O amor floresce nos pequenos detalhes. Como gotas de chuva que umedecem o solo ou como o sol abundante que se faz generoso, distribuindo seu calor.
A gentileza, a simpatia, o respeito são detalhes de suma importância para que a florescência do amor seja plena e frutifique em felicidade.
Chegando em casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como já estava contratado, ele pediu para que o garoto executasse o serviço.
Quando terminou, o garoto solicitou ao dono da casa permissão para utilizar o telefone e o executivo não pôde deixar de ouvir a conversa.
O garoto ligou para uma mulher e perguntou: "A senhora está precisando de um jardineiro?"
"Não. Eu já tenho um", foi a resposta.
"Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu também tiro o lixo”.
"Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha. O meu jardineiro também faz isso”.
O garoto insistiu: "eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço”.
"O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora”.
"Eu faço a programação de atendimento, o mais rápido possível”.
"Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente.. Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa”.
Numa última tentativa, o menino arriscou: "o meu preço é um dos melhores”.
"Não", disse firme a voz ao telefone. "Muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom”.
Desligado o telefone, o executivo disse ao jardineiro: "Meu rapaz, você perdeu um cliente”.
"Claro que não", respondeu rápido. "Eu sou o jardineiro dela. Fiz isto apenas para medir o quanto ela estava satisfeita comigo”.
Em se falando do jardim das afeições, quantos de nós teríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro?
E, se fizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o grau de satisfação da cliente do pequeno jardineiro?
Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso, aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos?
Estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e da indiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores da afeição mais pura?
Temos lubrificado, diariamente, as ferramentas da gentileza, da simpatia entre os nossos amores, atendendo as suas necessidades e carências, com presteza?
E, por fim, qual tem sido o nosso preço? Temos usado chantagem ou, como o jardineiro sábio, cuidamos das mudinhas das afeições com carinho e as deixamos florescer, sem sufocá-las?
O amor floresce nos pequenos detalhes. Como gotas de chuva que umedecem o solo ou como o sol abundante que se faz generoso, distribuindo seu calor.
A gentileza, a simpatia, o respeito são detalhes de suma importância para que a florescência do amor seja plena e frutifique em felicidade.
DESEJO
Poder ver o brilho dos teus olhos,
e teus lábios a sorrir...
Amparada e protegida em teus braços
sentir teu coração pulsar.
De mãos dadas ao teu lado caminhar.
É o amor que intensamente revela-se,
silenciosamente, sem que eu percebesse tomou posse
Minha alma inundou.
Nesse desejo de estar junto, te afagar e beijar,
pertencer-te hoje e para todo o sempre,
fervorosamente balbucio teu nome,
imploro aos céus nesse querer, ansiar .
Envolta em brumas nossa trajetória,
o destino trama nosso encontro, nossa história.
e teus lábios a sorrir...
Amparada e protegida em teus braços
sentir teu coração pulsar.
De mãos dadas ao teu lado caminhar.
É o amor que intensamente revela-se,
silenciosamente, sem que eu percebesse tomou posse
Minha alma inundou.
Nesse desejo de estar junto, te afagar e beijar,
pertencer-te hoje e para todo o sempre,
fervorosamente balbucio teu nome,
imploro aos céus nesse querer, ansiar .
Envolta em brumas nossa trajetória,
o destino trama nosso encontro, nossa história.
Meu namorado
Nasce um poema
meio triste e reticente
impertinente
vem chegando de mansinho
nas asas da saudade
que eu sinto do meu amor
há tanto tempo distante, isolado
meu namorado...
A lua abona meu verso
expõe meu reverso
de tantas luas felizes que vivi
e de repente o destino
quem sabe, insatisfeito comigo
chegou arrogante e sem pesar decretou:
_ O fim chegou e ponto!
Mas ele não me ensinou
a aceitar o seu decreto, irrevogável
por isso minh'alma nivela nessa saudade
de quem foi e será sempre tão amado,
o meu namorado...
meio triste e reticente
impertinente
vem chegando de mansinho
nas asas da saudade
que eu sinto do meu amor
há tanto tempo distante, isolado
meu namorado...
A lua abona meu verso
expõe meu reverso
de tantas luas felizes que vivi
e de repente o destino
quem sabe, insatisfeito comigo
chegou arrogante e sem pesar decretou:
_ O fim chegou e ponto!
Mas ele não me ensinou
a aceitar o seu decreto, irrevogável
por isso minh'alma nivela nessa saudade
de quem foi e será sempre tão amado,
o meu namorado...
Línguas de Fogo
Queima! ... Sua língua no meu corpo
Salgado, suado com tremor e ardor.
Minha pele saboreia seus lábios de fada
A deslizar sobre músculos enrijecidos.
A imaginação salta de minha mente
E não mente a maciez de teus carinhos.
Sou príncipe de seus sabores multicor
Sou rei numa noite de amor e calor.
Sou escravo de seus desejos
E meus desejos são todos seus.
Me faz sonhar, sonha junto comigo
E vamos ao extremo de nossas emoções.
Salgado, suado com tremor e ardor.
Minha pele saboreia seus lábios de fada
A deslizar sobre músculos enrijecidos.
A imaginação salta de minha mente
E não mente a maciez de teus carinhos.
Sou príncipe de seus sabores multicor
Sou rei numa noite de amor e calor.
Sou escravo de seus desejos
E meus desejos são todos seus.
Me faz sonhar, sonha junto comigo
E vamos ao extremo de nossas emoções.
ALMA LAVADA
Mergulho nas águas da liberdade
Retirando do corpo a castidade
Que fazia a mente sangrar...
Liberta estou do amor platônico
De uma paixão doentia
Da algema torturante
Que a ti me prendia...
Estou liberta de minha própria sentença
Estou livre!
Limpa!
Alforriada!
E sentindo a minha alma
Totalmente lavada...
Retirando do corpo a castidade
Que fazia a mente sangrar...
Liberta estou do amor platônico
De uma paixão doentia
Da algema torturante
Que a ti me prendia...
Estou liberta de minha própria sentença
Estou livre!
Limpa!
Alforriada!
E sentindo a minha alma
Totalmente lavada...
Escravidão
...Vai seguindo o rastro humano e irrevogável,
por mais que entenda o intelecto,
da alma é o decreto, dominar,
quiçá, lucrar do próximo, ignorar direitos,
acorrentar crescimento e valor.
Cultura do egoísmo!
O homem generaliza,
até ao passarinho priva de seu habitat e destino,
quando o assunto é regalar-se à força bruta,
cria leis e justifica-se, institucionaliza desatinos.
Discursos sofisticados,
irrelevantes causas históricas;
teorias econômicas surgem, são agravantes.
Ao abortar culpas explícitas, a humanidade
Chora... em avalanche!
Na gaiola, homens e pássaros...
Não cantam!
Nelas, sequer, feras amansam...
MANIA DE POETA
Vontade de esculpir versos,
aparar arestas, excessos,
cortar palavras, algumas,
polir outras, em suma:
dar brilho aos significados.
Mania de poeta
que teima em dissolver lágrimas,
faz tempo, cristalizadas,
ao revelar segredos, guardados,
ao desfazer em nós os nós.
Mania de curandeiro
que cisma em cicatrizar feridas,
que cura entorses, contraturas, gasturas,
gastrite, artrite, colite,
e se duvidar, espinhela caída.
Aperto no peito, então?
Logo-logo, respiração aliviada,
pois toda a aflição e tortura,
vira tema de poema,
no papel, exorcizadas.
Mania de feiticeiro,
mestre em desmanchar teias,
tramas, dramas, coisa feita e ardida
paixões mal resolvidas,
armadilhas da solidão.
Vontade de esculpir versos,
de deixar janelas abertas,
terapeutas da alma que implora,
por caminhos,clareiras, enredos,
que tragam paz ao coração.
aparar arestas, excessos,
cortar palavras, algumas,
polir outras, em suma:
dar brilho aos significados.
Mania de poeta
que teima em dissolver lágrimas,
faz tempo, cristalizadas,
ao revelar segredos, guardados,
ao desfazer em nós os nós.
Mania de curandeiro
que cisma em cicatrizar feridas,
que cura entorses, contraturas, gasturas,
gastrite, artrite, colite,
e se duvidar, espinhela caída.
Aperto no peito, então?
Logo-logo, respiração aliviada,
pois toda a aflição e tortura,
vira tema de poema,
no papel, exorcizadas.
Mania de feiticeiro,
mestre em desmanchar teias,
tramas, dramas, coisa feita e ardida
paixões mal resolvidas,
armadilhas da solidão.
Vontade de esculpir versos,
de deixar janelas abertas,
terapeutas da alma que implora,
por caminhos,clareiras, enredos,
que tragam paz ao coração.
SIMPLES ASSIM
O que sinto não minto
O triste não são as lágrimas quentes
Escorrendo pelas cachoeiras
O triste são as lágrimas frias
Escorrendo por meu labirinto
O que sinto não minto
Tenho sua foto na parede de meu quarto
E eu olho, e eu oro, e beijo
Olhos fechados e coração faminto
A vidraça me diz que há tanta alegria lá fora
A novela me diz que há tanto prazer
Que é só dizer, que eu amo,
Eu te chamo, você não ouve e vai embora
Se tudo for simples assim
Quero você pra mim
Ir aos cafés de Paris, jogar moedas em chafariz
Sem sair de lugar, ser simplesmente feliz
Se tudo for simples assim
Ouça, meu amor:Quero você pra mim
MINHA VIDA
Andando pela noite, sozinho
Longe de tudo e de todos
Um aperto no peito
Uma lágrima no rosto...
Por mais que eu queira
Não consigo esquecer
E desta saudade antiga
Me afastar...
O peito dói, os olhos ardem
As mãos tremem
Em passos trôpegos
Choro escondido...
Sem amigos ou guarida
Busco em vão
Minha amada, A minha vida...
Se irei encontrar, não sei
Mas sei que tentando continuarei
Onde meus passos me levem
A qualquer lugar, a qualquer canto...
Dizem que a alegria
Mora no coração dos amantes
Mas sei, que lá também mora a tristeza,
Cada dia mais forte que antes...
Quem confortará a mim
Quem no fim desta estrada
Irei encontrar
Não sei, talvez o meu fim...
Longe de tudo e de todos
Um aperto no peito
Uma lágrima no rosto...
Por mais que eu queira
Não consigo esquecer
E desta saudade antiga
Me afastar...
O peito dói, os olhos ardem
As mãos tremem
Em passos trôpegos
Choro escondido...
Sem amigos ou guarida
Busco em vão
Minha amada, A minha vida...
Se irei encontrar, não sei
Mas sei que tentando continuarei
Onde meus passos me levem
A qualquer lugar, a qualquer canto...
Dizem que a alegria
Mora no coração dos amantes
Mas sei, que lá também mora a tristeza,
Cada dia mais forte que antes...
Quem confortará a mim
Quem no fim desta estrada
Irei encontrar
Não sei, talvez o meu fim...
MADRUGADA
Madrugada,
um novo dia vem
trazendo em suas mãos
um novo tempo.
Um poema
escrito pra nos dois,
abre a janela, venha ver,
amanheceu.
Quero te ver colhendo sal,
o trigo, o sonho, a luz do sol,
quero um sorriso no teu rosto,
quero que sejas um talismã,
quero o aconchego do teu colo,
quero a estrela da manhã.
um novo dia vem
trazendo em suas mãos
um novo tempo.
Um poema
escrito pra nos dois,
abre a janela, venha ver,
amanheceu.
Quero te ver colhendo sal,
o trigo, o sonho, a luz do sol,
quero um sorriso no teu rosto,
quero que sejas um talismã,
quero o aconchego do teu colo,
quero a estrela da manhã.
Calo-me a Língua
Quando desejo proferir
palavras com mágoa trazendo
desgosto cujas marcas deixam
sentimento de pesar.
Calo-me....
A frente da tristeza motivada
pela melancolia amargura quando
assola meu coração da incerteza....
dúvidas quanto falta-me o
discernimento capacidade de
compreender situações separar
o certo do errado
Calo-me....
Diante das marcas do tempo da infelicidade
desânimo .... solidão desavença...
indisposição...ressentimento.
Calo-me
Contra ignorância inconscienteda fome...
miséria estado de sofrimento desigualdade
social pretensa pobreza grito com eco de paz...
alegria
palavras com mágoa trazendo
desgosto cujas marcas deixam
sentimento de pesar.
Calo-me....
A frente da tristeza motivada
pela melancolia amargura quando
assola meu coração da incerteza....
dúvidas quanto falta-me o
discernimento capacidade de
compreender situações separar
o certo do errado
Calo-me....
Diante das marcas do tempo da infelicidade
desânimo .... solidão desavença...
indisposição...ressentimento.
Calo-me
Contra ignorância inconscienteda fome...
miséria estado de sofrimento desigualdade
social pretensa pobreza grito com eco de paz...
alegria
UM LINDO FINAL DE SEMANA!
A aurora do amanhecer emanou energias de amor e positivismo!
Surgiu o dia, alegre e otimista, e a tarde, plena e positiva
Chega a noite, suave e aconchegante
Que nossa alma em consonância ao nosso coração possam sorrir
no decorrer desta noite, e amanhã, por consequência, como que um saudável contágio,
permaneça durante todo o dia, cobrindo-nos com o manto da serenidade e da virtude
Possam arcanjos e querumins, em suaves cânticos de amor,trazerem-nos a paz almejada e o repouso tão merecido
Que o fim de semana seja seja de luz, paz, reflexão e amor
Surgiu o dia, alegre e otimista, e a tarde, plena e positiva
Chega a noite, suave e aconchegante
Que nossa alma em consonância ao nosso coração possam sorrir
no decorrer desta noite, e amanhã, por consequência, como que um saudável contágio,
permaneça durante todo o dia, cobrindo-nos com o manto da serenidade e da virtude
Possam arcanjos e querumins, em suaves cânticos de amor,trazerem-nos a paz almejada e o repouso tão merecido
Que o fim de semana seja seja de luz, paz, reflexão e amor
Descobri
Reflexindo sobre a bagagem
Que restou da minha vida,e o que
ainda terei que seguir, na busca
interminável de dias menos nublados
Descobri na solidão, a força para viver
e te deixar feliz, em tua nova morada
Ouvindo a razão do meu coração, senti
que o amor que tenho por ti,é maior
que a angústia da tua ausência em mim
E assim, continuo a caminhada, sabendo
que a cada vôo livre de um Bem-te-vi
terei o sinal de tua satisfação por saberes
que te amo tanto, que fui capaz de te libertar
do meu sofrimento e viver com a certeza de
que não estarei jamais só, pois sempre que
o teu Anjo permitir, virás como uma
brisa suave, beijar a minha face!
Que restou da minha vida,e o que
ainda terei que seguir, na busca
interminável de dias menos nublados
Descobri na solidão, a força para viver
e te deixar feliz, em tua nova morada
Ouvindo a razão do meu coração, senti
que o amor que tenho por ti,é maior
que a angústia da tua ausência em mim
E assim, continuo a caminhada, sabendo
que a cada vôo livre de um Bem-te-vi
terei o sinal de tua satisfação por saberes
que te amo tanto, que fui capaz de te libertar
do meu sofrimento e viver com a certeza de
que não estarei jamais só, pois sempre que
o teu Anjo permitir, virás como uma
brisa suave, beijar a minha face!
É Preciso...
É preciso reviver o sonho
e a certeza de que tudo vai mudar.
É necessário abrir os olhos
e perceber que as coisas boas estão dentro de nós,
onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão.
O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração,
pois a vida está nos olhos de quem sabe ver.
e a certeza de que tudo vai mudar.
É necessário abrir os olhos
e perceber que as coisas boas estão dentro de nós,
onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão.
O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração,
pois a vida está nos olhos de quem sabe ver.
no meio de tanta gente
Quiseste
e eu te estendi,
enrugada com o tempo,
tentado achar saídas
ou mesmo uma brecha
e por fragmentos, sofri..
Foi o que disseste
e prontamente te ofereci,
já castigada com o sol, frio, vento
pelas estradas em que me perdi..
Vês as linhas?
Profundas, nenhuma reta!
Dúvidas, desilusões, mas todas minhas
e não sei se com elas aprendi!
Estavas carente,
aflita
e na multidão,
no meio de tanta gente,
eu que te ouvi!!
e eu te estendi,
enrugada com o tempo,
tentado achar saídas
ou mesmo uma brecha
e por fragmentos, sofri..
Foi o que disseste
e prontamente te ofereci,
já castigada com o sol, frio, vento
pelas estradas em que me perdi..
Vês as linhas?
Profundas, nenhuma reta!
Dúvidas, desilusões, mas todas minhas
e não sei se com elas aprendi!
Estavas carente,
aflita
e na multidão,
no meio de tanta gente,
eu que te ouvi!!
Recado dado
Senhor,
com toda a minha humildade,
ouso vir aqui..
Levantei sua casa,
cuidei do arado
e minha alma
achou que o senhor ia dividir..
Vejo seus filhos crescidos,
estudados e nada respingou
p'ros meus bacuris.
Hoje num frio danado
entro no meu barraco
e não tinha nada pra gente engolir.
Sei do meu atrevimento,
mas tem dia na vida da gente
que não vale à pena seguir.
Ou o senhor divide
o que foi plantado,
leva meus filhos
para longe desse atraso
ou acaba comigo aqui!
com toda a minha humildade,
ouso vir aqui..
Levantei sua casa,
cuidei do arado
e minha alma
achou que o senhor ia dividir..
Vejo seus filhos crescidos,
estudados e nada respingou
p'ros meus bacuris.
Hoje num frio danado
entro no meu barraco
e não tinha nada pra gente engolir.
Sei do meu atrevimento,
mas tem dia na vida da gente
que não vale à pena seguir.
Ou o senhor divide
o que foi plantado,
leva meus filhos
para longe desse atraso
ou acaba comigo aqui!
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